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Crescimento profissional

Futuro do trabalho: 4 competências importantes para se dar bem no mercado do trabalho

por Adeline Daniele 26 de novembro de 2020
escrito por Adeline Daniele

Hoje você vai saber sobre quatro competências que são importantes para desenvolver e aprimorar para ter sucesso na sua carreira.

Neste ano de 2020 nós estamos enfrentando uma pandemia que, obviamente como você já sabe, impactou drasticamente a nossa economia, nossa forma de viver, e, claro, o nosso trabalho também. 

Muitas pessoas infelizmente ficaram desempregadas. Outras precisaram mudar completamente o que estavam fazendo para manter o emprego e a renda. Outras até mesmo começaram a empreender…

…Enfim, mas uma coisa que precisa ficar clara é que essas competências que eu vou descrever aqui na verdade já eram necessárias antes.

A gente já passava por mudanças na nossa forma de trabalhar, a única diferença é que isso estava acontecendo de uma forma bem – digamos – lenta. 

Porém agora, é sim muito importante que a gente consiga acelerar o nosso desenvolvimento nessas áreas porque elas vão definir o seu crescimento profissional daqui pra frente. 

E vale dizer ainda que isso precisa ser feito independentemente da área em que você trabalha.

Então, vamos à primeira competência:

Competência 1 – Maturidade digital

Você provavelmente já se cansou de ouvir falar sobre esse assunto em matérias jornalísticas ou eventos sobre o tema, mas a primeira dessas competências para você desenvolver é, sim, a Maturidade Digital.

A cultura digital já chegou faz tempo e não vai embora nunca mais. 

Quem observou as empresas durante essa crise tentando migrar pro mundo digital para sobreviver – seja começando a fazer entregas, criando lojas online, aceitando pedidos por WhatsApp, etc. – sabe o quanto é importante se capacitar nessa área.

Mas, aí você pode me perguntar:

O que é, afinal, ter maturidade digital? É eu saber mexer na internet, criar páginas nas redes sociais e interagir com essas ferramentas?

Em parte, sim. Mas ainda vai muito além disso.

Eu vou te responder essa questão com os dados de uma pesquisa feita pela empresa de consultoria empresarial McKinsey em parceria com a Google. 

Esse estudo fala que embora no Brasil a gente tenha muita facilidade com mensagens, redes sociais e noções básicas sobre estar conectado com a internet, ainda falta atingir aderência na própria cultura digital.

Coisas como saber acompanhar os lançamentos tecnológicos e como eles podem impactar na sua segurança ou de seu negócio são alguns elementos que faltam.

A pesquisa ainda mostrou que a nossa pontuação com relação à parte de criação de conteúdo é bem baixa. 

Então, atividades como produzir conteúdo online até mesmo ter facilidade para lidar com dados e agregar informações relevantes, fazer apresentações digitais, usar vídeo, etc., são algumas das quais a gente ainda não dominou.

E, de novo devo reforçar: não importa com o que você trabalha, o digital de alguma forma vai impactar sua carreira.

Competência 2 – Agilidade profissional

A segunda competência também tem a ver com o digital, afinal o impacto causado pela tecnologia fez com que ela existisse. Ela é a agilidade profissional. 

Quem já teve algum contato mínimo com o mercado de tecnologia provavelmente ouviu falar nos métodos ágeis, na necessidade de empresas se tornarem ágeis, termos como Transformação Digital e Agilidade Digital, entre outros… 

Mas, aqui eu trago esse conceito mais como uma competência para a gente desenvolver e colocar em prática, do que de fato um processo específico que precisa ser implementado com ajuda mais técnica.

A principal ideia é que você consiga planejar, executar e concluir projetos e iniciativas no seu trabalho de maneira mais rápida. Dessa forma, você obtém feedback o quanto antes se aquilo que você produziu funciona ou não com mais rapidez também.

Eu bato nessa tecla de que precisamos ser mais ágeis, porque ainda existem áreas ou times que levam meses ou até anos para começar um projeto ou para dar andamento em uma iniciativa por ter essa ideia de que tudo tem que estar tudo 100% pronto e perfeito antes de ser lançado. 

E as vezes esse não é o caso. 

E aí você passa o mês, o trimestre ou o ano todo com um projeto encalhado porque ficou faltando apenas um detalhezinho para ele ser concluído e colocado em prática ou lançado para clientes. 

Ou então isso acontece porque você pode ter ficado com medo de entregar algo que não esteja 100% completo ou que você não tenha certeza absoluta de que sua ideia vai dar certo. E quem é que tem essa bola de cristal, né?!

Por esse motivo que eu gosto muito do conceito de MVP (Minimum Viable Product), que é basicamente você entregar uma coisa que tenha os requisitos mínimos possíveis, mas que ainda assim cumpra com a função principal para ser lançada e testada no mercado.

Que tal trazer isso para a sua realidade e seu trabalho? Não precisa ser um produto, pode ser um projeto, iniciativa, algum processo que você queira implementar para melhorar algo na empresa…

Afinal, é assim que as empresas mais inovadoras sobrevivem.

Então, um bom começo para você desenvolver Agilidade Profissional é primeiro analisar se você não está empilhando projetos/ iniciativas por falta de detalhes mínimos. 

Você poderia, por exemplo, já apresentar pro seu chefe ou seus colegas uma ideia nova que teve – ainda que ela não seja perfeita, e pedir a opinião deles para que vocês aperfeiçoem tudo aos poucos e se ajudem. 

Aliás, saber trabalhar em equipe faz parte dessa competência.

Ah, e um detalhe: ser um profissional ágil também é saber reconhecer quando um projeto empacado ali já não faz mais sentido. 

Dessa forma, essa competência também envolve ter uma certa resiliência.

É você aprender que está tudo bem caso algo não tenha dado certo de primeira. Tem coisas que você precisa deixar pra lá pra poder se dedicar ao que realmente importa e ao que, no momento, vai trazer resultados.

Então, a agilidade é exatamente isso: você entregar mais rápido, errar mais rápido, e consequentemente ter um aprendizado rápido sobre o que funciona ou não e crescer profissionalmente com muito mais rapidez também.

Competência 3 – Autorresponsabilidade

A terceira competência é a autorresponsabilidade.

Você pode já ter ouvido esse termo ou até discussões – na maioria sobre empreendedorismo – as quais defendem que “as pessoas devem ser responsáveis pelo próprio sucesso.” 

Bom, existem várias ressalvas a serem feitas sobre isso, mas quando a gente fala sobre lidar melhor com o mercado de trabalho, ter essa mentalidade e competência é algo realmente imprescindível.

E o que significa ter autorresponsabilidade profissional?

É basicamente você se colocar como total responsável pelo seu crescimento profissional dentro e fora da empresa. 

Ou seja: é não esperar que ninguém, nem mesmo o seu chefe, determine o caminho que você for seguir na sua carreira e os desafios que você pode ou não superar.

Uma maneira de entender melhor o que eu digo é enxergar isso sob o seguinte ponto:

Cada novo emprego que eu tiver, vai ter que me preparar para o meu próximo emprego ou cargo. 

Então, se eu almejo alcançar certo tipo de carreira, certa profissão ou um cargo específico, eu tenho que conseguir aprender todas as habilidades, ganhar experiências e desenvolver os requisitos que vão me ajudar a chegar naquele objetivo, enquanto estou no meu cargo atual.

E caso a empresa onde eu trabalho não apresente isso ainda de forma clara, eu preciso buscar formas de fazer isso acontecer – ou então, encontrar um tipo de trabalho que contenha esses requisitos dos quais eu preciso.

E por que eu falo sobre autorresponsabilidade como algo relevante para o futuro do trabalho se ela na verdade SEMPRE foi importante?

Eu explico: eu falo isso porque no mercado de trabalho de algumas décadas atrás a dinâmica profissional era diferente. 

Era comum você ver pessoas passando anos ou até décadas na mesma empresa, e sendo promovidas de cargo ali, obtendo diplomas, certificados e outros cursos por meio da própria companhia que as empregava. 

E embora ainda existam empresas que ofereçam tudo isso, essa dinâmica se tornou uma exceção no mercado de trabalho como um todo (não por menos, né? Afinal temos novas profissões e formações que surgiram).

De certa forma, esse cenário podia fazer com que os profissionais dependessem muito da liderança da empresa para crescer ou não de cargo e de responsabilidades. 

E qualquer emprego, mesmo que ainda seja em algo que você gosta, com o passar dos anos pode ficar entediante e não te oferecer mais tantos benefícios pessoais e financeiros. 

É por isso que você precisa ser responsável por ir em busca de novos desafios, desenvolver-se em novas áreas e sair zona de conforto para se promover e crescer mais rápido. E isso deve ser feito pensando em você e no que você quer – e não só no que a empresa onde você trabalha precisa.

Algumas iniciativas que podem te ajudar a desenvolver a autorresponsabilidade é você começar a pensar em que metas você tem pra sua carreira e traçar planos para chegar até elas. Sim, parece uma ideia bem óbvia mesmo, mas tu já fez isso? 

Além disso, se você está empregado no momento, você pode convocar uma reunião com o RH da sua empresa ou seu chefe. 

Nessa conversa, você pode dizer que gostaria de saber se existem algumas responsabilidades que podem ser passadas para seu cargo para que você consiga crescer seu repertório em algo novo.

E eu vou mais além: se o seu chefe, ou se existe alguém na sua empresa que você admira profissionalmente, com um cargo ou carreira que você deseja alcançar, você pode perguntar pra ela que habilidades ela desenvolveu para chegar ali. 

Competência 4 – Autonomia

A quarta competência na qual você precisa trabalhar para se dar bem é a Autonomia

Você precisa conseguir trabalhar bem sem ter o seu chefe perto de você o tempo todo. Num movimento cada vez maior para que as pessoas trabalhem remotamente, o seu contato direto com o escritório pode ficar cada vez mais escasso. 

E é aí que suas habilidades de organização e sua criatividade e autenticidade ao criar métodos próprios para alcançar resultados serão testadas.

E pense nisso como um grande benefício para si, afinal pesquisas mostram que os profissionais com mais autonomia têm um índice mais alto de satisfação com suas carreiras.

Então, se você não aprender a cumprir com as responsabilidades dentro de todas as prioridades, datas de entrega e tarefas que for fazer, você terá problemas mais tarde em encontrar emprego em empresas que já implementaram ou vão implementar formas mais “independentes” de trabalhar.

Isso porque, embora a hierarquia nas empresas ainda exista e os líderes estejam ali para te guiar e ajudar, as empresas cada vez mais procuram pessoas que consigam “se virar sozinhas” dentro daquilo que elas foram contratadas para fazer. 

E vamos falar a verdade: é inviável que você espere novas instruções a cada tarefa que você for fazer. 

Até porque, se te falta clareza sobre elas, VOCÊ deve atrás dos contatos certos para descobrir o que você precisa entregar e de que forma isso pode ser feito.

Por isso, é importante que desde já você se acostume e tente ter mais autonomia nas suas decisões. 

E é claro que esse conhecimento não vai cair do céu: você pode aprender isso com as próprias pessoas que te gerenciam. 

Por exemplo: se você não sabe como tomar certas decisões, ou de que forma é melhor se organizar, converse com seus líderes, peça dicas, pra você começar a praticar isso no seu dia a dia. 

Veja o que a equipe ou as pessoas que lideram seu time recomendam para diferentes casos/ cenários que possam ocorrer sob sua responsabilidade.

O mais interessante disso tudo é que com o tempo isso vai se tornar natural para você. 

E assim você vai conseguir resolver problemas ou tomar decisões que cabem a você de forma mais fácil e, quem sabe, concorrer a uma promoção ou cargo com mais responsabilidades num futuro próximo.

Dica extra: aprenda a negociar melhor

Eu ainda deixo uma dica extra e super útil para você na carreira como um todo e para o dia a dia do trabalho, que é: aprenda como negociar.

Já tem até um artigo aqui no blog que fala sobre como você pode negociar o seu salário – que convenhamos, é algo muito importante de se fazer antes de entrar em qualquer empresa e mostrar seu talento. 

Clica no link aqui embaixo para ler o artigo e ver o vídeo sobre esse tema:

Como negociar seu salário (não cometa estes 4 erros!)

E por hoje é só: comece desde já a desenvolver a sua maturidade digital, sua agilidade profissional, autorresponsabilidade e autonomia.

Todas elas, aliás, serão essenciais caso você queira se tornar um empreendedor ou empreendedora no futuro. 

Tem alguma outra competência que você acha importante para sua carreira? Ou você já está se desenvolvendo em alguma dessas competências que eu citei aqui? Então conta pra mim nos comentários aqui embaixo como tem sido sua experiência e o que tem funcionado para você. 😉

Não esquece de compartilhar o link desse artigo (ou do vídeo que está disponível aqui também) com seus amigos e colegas para ajudá-los a crescer na carreira também.

Até a próxima!

Foto do post por pikisuperstar – Freepik.com

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Crescimento profissional

3 ações para você colocar em prática nos primeiros 30 dias em um novo emprego

por Adeline Daniele 12 de novembro de 2020
escrito por Adeline Daniele

O cenário às vezes é o seguinte:

Você viu a vaga, se candidatou para a vaga, deu match com a vaga.

Te chamaram para uma entrevista. Da entrevista te chamaram pra outra entrevista, e dessa outra entrevista te deram um caso de estudo ou tarefa de casa para entregar.

Desse caso de estudo eles provavelmente te chamaram para mais uma entrevista, e depois dessa entrevista você recebeu uma ótima chamada e uma proposta de emprego.

Depois de negociar a proposta de emprego você aceitou a oferta. Depois de aceitar a oferta você e a empresa definiram a data de início. E depois de tudo decidido você foi comemorar o novo trabalho.

Depois de comemorar seu novo trabalho você ou cumpriu aviso prévio ou ficou em casa assistindo Netflix esperando a data de início chegar.

E aí hoje pode ser um domingo, você começa no seu novo trabalho amanhã e não faz a mínima ideia de como você deve se comportar e do que você vai fazer nesse novo emprego!

Se identificou aí desse lado da tela?

Pois é. É por isso que neste artigo você finalmente vai saber o que você pode fazer nos primeiros 30 dias ou nas primeiras semanas em um novo emprego para causar uma boa impressão no seu chefe e ter sucesso no seu novo cargo!

SIM! Esses primeiros dias são super importantes e, em vez de ficar ocioso aguardando que seus colegas te apresentem tudo, você pode demonstrar proatividade e causar uma bela impressão nos seus chefes.

Saiba por que seus primeiros dias em um novo emprego podem ser decisivos para seu sucesso em uma empresa

Sei que tem gente que não se sente nem um pouco confortável quando começa em um novo trabalho – afinal, no início não conhecemos ninguém, não sabemos onde as coisas ficam e nem sabemos como realmente é o clima dentro da companhia. 

Eu, pessoalmente, sinto o contrário. Para mim, os primeiros dias em um trabalho são a chance de você começar com a página em branco (principalmente se você não gostava do seu último emprego) e tudo o que você faz dali em diante pode definir se você vai ou não ter sucesso naquele cargo.

Isso porque, como não existe ainda uma pressão grande por resultados – já que você é uma pessoa nova no time – sobra um pouco mais de tempo para você realmente traçar uma estratégia de sucesso caso queira crescer e ser promovido dentro daquela companhia.

Outro motivo importante para você ter uma estratégia própria ao começar em qualquer novo trabalho é que nem sempre a empresa oferecerá o melhor contexto e material para você iniciar sua trajetória ali.

Embora existam muitas firmas – geralmente as de grande porte – com um grande sistema de boas vindas para novos funcionários, oferecendo palestras, treinamentos, vídeos, guias e outros materiais…

É preciso se preparar também para os casos em que a empresa somente oferece as informações e equipamentos mínimos para fazer seu trabalho, e o resto é com você!

Então, independentemente de qual for a sua situação – se sua empresa vai oferecer um treinamento inicial ou não – é muito importante que você coloque em prática as 3 ações que eu vou descrever agora!

Primeira ação para colocar em prática nos primeiros dias de emprego: Apresente-se para seus colegas

A primeira coisa que você pode fazer logo na primeira semana como novo funcionário em uma empresa é fazer com que seus colegas conheçam você. 

É comum em muitas profissões que esses dias sejam mais “livres”, e então você pode preencher a sua agenda com as primeiras reuniões com pessoas do seu time e fora dele.

Basta mandar um convite para essas pessoas fazendo uma apresentação inicial – caso isso seja feito por e-mail. Por exemplo:

Oi, fulan@!

Meu nome é [X], eu sou o novo [analista de vendas, gerente, assistente, administrador, repórter, etc.] e comecei esta semana na [nome da empresa]. Gostaria de marcar uma conversa rápida com você para a gente se conhecer e ver como podemos nos ajudar no futuro. 

Você topa fazer essa [conversa, café, reunião, videochamada] no dia [D/M]? Me avisa qual data você prefere!

Obrigada,

[Sua assinatura]

E então, quando chegar o momento dessa conversa, vocês basicamente vão se apresentar, contar como cada um chegou ali naquela empresa/ cargo e falar sobre o que você foi contratado para fazer na empresa.

Mas, você ainda deve usar essa conversa para coletar informações importantíssimas para você definir o rumo do seu trabalho naquela empresa. 

Por isso, ao falar com cada pessoa, é importante que você consiga fazer as seguintes perguntas:

1) De que forma essa pessoa tem trabalhado com a sua área ou time – pra saber se já existe um processo sendo seguido para que vocês consigam gerenciar a entrega de resultados.

2) Quais principais prioridades a pessoa tem trabalhado no momento – assim você já vai saber qual tem sido a especialidade daquele funcionário e vai saber quando você precisa falar com ele caso caso o seu trabalho dependa do dele de alguma forma.

3) Quais os principais desafios/ obstáculos a pessoa tem encontrado em trabalhar com seu time/ sua área ultimamente – assim você pode já identificar alguns possíveis problemas e conversar sobre como você poderia ajudar com eles.

Tomar essa iniciativa logo nos seus primeiros dias vai te dar um cenário muito amplo de como as pessoas e os times têm trabalhado, e de que tipos de pessoas você vai poder recorrer mais quando você tiver desafios em certas áreas. 

Além disso, ela vai causar uma ótima impressão com seus colegas – que no futuro sabem que poderão contar com você, e – de quebra – será uma excelente forma de criar novas amizades e se familiarizar com todo mundo.

E ainda…quem sabe uma dessas pessoas não pode vir a ser sua mentora? 😉

Segunda ação – Estude todos os dados possíveis sobre a empresa

Você pode usar as próprias reuniões iniciais mencionadas acima para pedir para o seu supervisor, chefe ou colegas te enviarem qualquer material que possa ser útil para você estudar sobre o funcionamento dessa nova empresa.

Esse material pode ser um relatório, um guia de boas práticas, ou alguma documentação que seja útil estudar. 

Caso não exista esse tipo de abordagem no seu trabalho, o que você pode fazer é já pedir acesso ao sistema que a companhia ou seu utiliza para administrar o trabalho, para que você comece a se familiarizar com ele.

Tente aprender o máximo sobre o funcionamento dessa empresa no início, pois é nesse tempo de pouca pressão e poucas atividades para fazer que você realmente vai conseguir se concentrar e anotar todas as informações úteis e possíveis dúvidas.

Terceira ação: Trace um plano inicial para seu cargo/ trabalho e tenha uma sessão de feedback com seu chefe

Com base em tudo o que você aprendeu, comece a listar possíveis ações que você poderia tomar para trazer melhorias ou novas oportunidades que você identificou.

E não tenha medo de esse plano não fazer sentido e nem sinta insegurança! Afinal, é claro que essa lista inicial não precisará ser perfeita e muito menos será a versão final dos projetos nos quais você vai trabalhar.

Porém, é essencial que você tenha anotadas todas essas iniciativas que gostaria de tomar baseando-se em tudo o que conheceu na empresa nas últimas semanas e que depois você fale sobre isso com seu chefe.

Dessa forma, ele poderá te oferecer um feedback, dizer se aquilo faz sentido ou não, e isso já vai te ajudar a gerenciar suas expectativas sobre o futuro do seu cargo nos próximos meses.

E além de tudo isso, tenha em mente que é muito difícil as sugestões iniciais de um novo funcionário serem descartadas deliberadamente. 

Afinal, você é uma pessoa nova que entrou no time, com a cabeça “fresca” e cheia de novas ideias, e por isso você provavelmente vai enxergar problemas ou possíveis soluções que as pessoas que estão ali há mais tempo não enxergam. 

E ora se não é também para isso que se contratam pessoas novas em equipes, não é mesmo?

Ação extra para você colocar em prática: crie laços nessa nova empresa e faça amizades com seus novos colegas

Eu ainda tenho uma dica extra: aproveite todas as oportunidades para socializar com seus novos colegas.

Isso é super importante para você começar a se sentir confortável em um novo trabalho e é uma ótima fonte de motivação.

Parece algo simples, sem muito significado, mas eu reforço muito a importância de ter amigos em qualquer emprego, pois eu mesma já vivi em uma situação em que eu não tive tantos amigos em um trabalho, e não me senti confortável e nem que podia dar 100% de mim naquele cargo.

E eu não estou sozinha quando defendo isso. Uma pesquisa feita pela Future Workplace – uma companhia de consultoria e pesquisa em RH, revelou que cerca de uma em cada 10 pessoas não tem amigos no trabalho.

Esse estudo feito em 10 países e com mais de 2 mil pessoas, alerta para o fato de que as pessoas que têm poucos ou nenhuma amizade no trabalho se sentem mais solitárias e não são tão engajadas com o que fazem. 

E ainda: quase dois terços desses funcionários afirmaram que poderiam permanecer por mais tempo na mesma empresa caso eles tivessem mais amigos. Isso fica ainda mais evidente com a geração Y (os millennials), que consideram seus gerentes e colegas de trabalho como uma “família na empresa”.

A questão é: você sempre vai achar colegas do seu time ou de outros times com quem você vai se identificar e que vão te dar suporte nos momentos difíceis.

E o mais legal disso tudo é poder prolongar essas amizades – assim você vai sempre ter uma legião de pessoas dispostas a te apoiar, e quem sabe elas ainda não podem te ajudar a encontrar um novo trabalho no futuro, caso você precise?

Tá vendo? Duplo benefício!

Vai começar em um novo emprego em breve? Testa essas ações e me conta como foi a sua experiência!

Eu espero que você consiga (ou tenha conseguido aplicar com sucesso) as ações citadas nesse artigo dentro do seu contexto e do tipo de atividade que você pratica no trabalho.

Aliás, caso você já tenha feito algumas dessas coisas, me conta aqui nos comentários como foi essa experiência e se você teria ainda mais dicas para ajudar outras pessoas que iniciam em um novo emprego!

E não esquece de me ajudar a ajudar outros profissionais por aí: compartilha o link desse artigo (ou do vídeo ali em cima), com seus colegas e amigos para ajudá-los a causar uma ótima primeira impressão em seus novos trabalhos também!

Até a próxima!

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Como negociar seu salário em um novo emprego
Crescimento profissional

Saiba como negociar seu salário em um novo emprego (não cometa estes 4 erros!)

por Adeline Daniele 17 de setembro de 2020
escrito por Adeline Daniele

Se você já teve dificuldade em negociar seu salário e já aceitou ganhar abaixo de suas expectativas em um novo emprego, este artigo é para você!

Conversar sobre dinheiro para muita gente ainda é um tabu. Muitas vezes por simples medo de negociar as pessoas acabam aceitando cargos e salários que não condizem com as suas experiências ou suas necessidades do momento.

Mas, olha, estou aqui pra te falar que caso você não mude sua mentalidade esse “medo” pode te custar muito dinheiro no futuro. Tipo: muito mesmo, tanto que uma pesquisa até afirma que a perda pode chegar a 1 milhão de dólares.

É só você fazer as contas de quanto você perde ao longo de 5 anos se começar sua carreira numa faixa salarial de 1.8 mil reais em vez de pedir 300 reais a mais mensais (2.100 mil), o que é uma margem bem possível de negociar.

Ou seja: R$21.600 contra R$25.200 anualmente. Calculando progressivamente, e considerando ganhos incrementais de apenas 3% anuais – que é o que algumas empresas oferecem, você terá no fim dos 5 anos uma perda de quase R$24 mil reais. Isso sem nem considerar 13º salário e a inflação.

E… depois não adianta: por mais que você goste do que faz em uma determinada companhia, a questão financeira pode gerar estresse e fazer com que sua motivação caia com o tempo, formando uma bola de neve de frustrações.

Eu também já passei por isso e achava que era impossível conseguir tirar uns reais a mais da empresa ao ser contratada.

No início da carreira o frenesi por ter sido aceita a em algum lugar por si só já me premiava e eu não pensava no longo prazo, no mercado, nos meus planos futuros.

Já cheguei até a colocar como expectativa salarial o limite mínimo que a empresa havia anunciado em vez do máximo por pura insegurança, sem nem pesquisar o quanto alguém da mesma área também ganhava.

No fim, passei uns bons anos ganhando a mesma coisa ou até menos do que em empregos anteriores, com reajuste negativo em relação a inflação. Portanto, aquele dinheiro a mais que não pedi fez bastante diferença.

Se identificou aí do outro lado da tela? Pois é.

Mas, depois de passar por muita frustração e de começar a pesquisar mais sobre isso, descobri o quanto esse problema é comum entre jovens, e ainda mais com mulheres (e esse é um dos fatores que nos leva a ganhar menos que os homens). 

Lá nos EUA, por exemplo, apenas 39% dos profissionais entrevistados em uma pesquisa da Robert Half haviam negociado uma oferta maior em relação aos seus últimos empregos. E quando falamos da nossa geração, esse número cai para 37%.

Duas das razões mais citadas para essa relutância era o fato de esses jovens se sentirem desconfortáveis no processo de negociação e medo de parecerem agressivos/ intrusivos.

Mas então, como fazer com que negociar o salário não seja um obstáculo em sua vida profissional?

Primeiramente você precisa saber que é normal sentir um desconforto em suas primeiras experiências ao negociar salário – como em quase tudo que você faz pela primeira vez na vida.

E além disso, toda empresa sabe que pode existir uma certa resistência na negociação com novos contratados. Então, não há motivo para se preocupar em parecer um “chato” fazendo isso. 

Claro que se você agir de forma arrogante e deseducada isso vai impactar negativamente, porém o fato da negociação existir nunca é o problema!

Dito isto, existem diversas maneiras de sair mais feliz em uma negociação de salário ao receber uma nova proposta de emprego. Mas, antes de mais nada, vou te pedir para que você pare imediatamente cometer os seguintes erros:

Os maiores erros cometidos na ao negociar salário

Erro 1: Aceitar a primeira proposta da empresa sem tentar negociar

A primeira coisa que eu quero que você entenda é que você não precisa confirmar se aceita uma proposta de emprego logo na primeira vez que receber a ligação do recrutador.

Esse foi um erro que eu cometi demais em vários empregos.

Até um tempo atrás eu sequer sabia que existia uma chance de negociar salário. Então eu pensava que se eu pedisse mais dinheiro, a empresa automaticamente me rejeitaria e iria para o próximo candidato, ou que eu sairia com meu perfil “queimado”. 

Mas, calma, isso não acontece!

Nenhuma empresa rejeita o candidato no momento em que faz uma oferta simplesmente se ele perguntar se é possível ter um salário maior.

Então, mesmo que o desemprego ou a ansiedade te pressionem para dizer sim imediatamente, resista a esse impulso inicial e se posicione de forma que você possa ganhar tempo para analisar a proposta.

Lembre-se: é sempre melhor negociar ao entrar na empresa do que tentar aumentar seu salário depois

Então, o melhor momento para falar disso é exatamente antes de você assinar qualquer contrato.

Erro 2: Não pesquisar a faixa salarial paga para o novo cargo

Imagina só: passam-se os primeiros meses na empresa e em uma conversa informal você acaba descobrindo que seus colegas de profissão – que têm o mesmo cargo e tempo de experiência – ganham uma boa soma a mais do que você.

Isso acontece tanto porque eles provavelmente souberam negociar melhor do que você, quanto porque a média paga no mercado pode ser maior do que você previa. 

E compensar o fato de não ter tido essa informação antes pode sair muito caro – e fazer com que você precise esperar um bom tempo até alcançar essa “média ideal”.

Erro 3: Responder à pergunta “Qual sua pretensão salarial?” com um valor fixo.

No início do processo seletivo, o recrutador pode te perguntar qual sua pretensão salarial antes mesmo de você passar para as próximas fases.

E não à toa: dependendo do valor informado pelo candidato, ele pode ser desclassificado por mostrar ter mais ou menos experiência do que o cargo pede.

Eu particularmente não gosto de ser a primeira a falar sobre dinheiro na entrevista inicial e já rebato a pergunta querendo saber se eles já têm uma margem para aquela vaga.

E ainda que você já tenha o valor exato para informar, é preciso tomar cuidado ao falar sobre essa pretensão.

O ideal é que você não informe um valor fixo (principalmente se não tiver pesquisado a média salarial paga para aquele cargo ainda), e sim uma faixa. Ou seja:

Em vez de falar:

“Quero ganhar 3.500 reais mensais”

Você oferece uma margem já mais alta do que essa:

“Procuro um salário entre 3.700 e 4.100 reais”

Oferecer essa faixa – baseada na média do mercado – te dará a vantagem de negociar e pedir um pouco mais de dinheiro ao fim do processo.

Erro 4: Não considerar seus objetivos profissionais e pessoais

Além da média salarial paga no mercado de trabalho para a sua profissão, muita gente esquece de considerar fatores básicos ao calcular e informar a pretensão salarial. 

E ao contrário do que muita gente interpreta: emprego não é favor. Pensar nos seus objetivos pessoais e profissionais longo prazo te faz um profissional muito melhor e mais feliz.

Afinal, o seu tempo custa dinheiro. A sua casa, seu trajeto até o trabalho, os cursos que você paga para se aprimorar, a escola e o material dos seus filhos, seu lazer, a sua alimentação…Tudo tem um preço. 

Você precisa saber quanto sua vida e os seus sonhos custam. 

Aumente suas chances de sucesso ao negociar um novo salário

Negociando salário

Agora que você já sabe sobre os maiores erros que você não deve cometer ao negociar um salário, é hora de se preparar para a próxima oferta de emprego que receber!

Antes de mais nada: Keep it real – Seja realista

Não é porque você sempre tem a chance de negociar e aumentar uma oferta salarial que você vai pedir “o que quiser”. 

Como eu já disse uma vez nesse post do Instagram, o valor ideal do seu salário precisa ser compatível com fatores como:

  • A faixa salarial paga no mercado para seu cargo, nível de experiência e até mesmo a região onde mora
  • Seus objetivos profissionais e pessoais (em que você quer investir a sua grana? Novos cursos, uma pós? Viagens? Comprar uma casa?)
  • Seu custo de vida (dá para se manter ganhando esse valor oferecido e ainda bancar coisas importantes como educação, lazer, saúde e bem-estar?)

Enquanto que para calcular seus objetivos e seu custo de vida você precisa ter um orçamento pessoal, saber o salário pago no mercado para sua profissão requere um pouco de pesquisa.

Além de perguntar para colegas de profissão e de trabalho, você deve usar como base fontes oficiais e estudos. Aqui vão alguns exemplos:

  1. Glassdoor: nesse site é possível checar a média salarial paga em empresas e por cargo, além de feedback de funcionários sobre as companhias
  2. SalarioBR: nessa simples plataforma você pesquisa pelo nome da função e são apresentadas as faixas salariais por nível profissional e por tamanho da empresa
  3. Mapa de Carreiras do VAGAS: plataforma interativa para consultar salários e outras informações sobre várias profissões e cargos no Brasil

Pesquise em pelo menos três serviços/ fontes diferentes para que você obtenha uma média realista do quanto é possível pedir para a empresa te pagar no momento. 

E não esquece de colocar na balança quantos anos de experiência você tem e suas habilidades técnicas (das mais simples às mais caras e difíceis de encontrar).

Pratique suas habilidades de negociação e a persuasão

Essa é a parte mais difícil do processo, afinal ela requere paciência e você precisará lidar com seus medos e ansiedade.

Se você já passou pela peneira do recrutamento e eles desejam te contratar: respira fundo, o pior já passou.

Agora é hora de usar a persuasão – que foi tão boa para fazer com que você conseguisse a vaga – para obter a melhor condição possível antes de assinar o contrato.

  • Primeiro de tudo, agradeça pela oportunidade e pela ótima notícia que acaba de receber, mostre que você está feliz em trabalhar para a nova empresa
  • E em relação à oferta, você pode rebater com duas questões: 
    • 1 – Peça para o recrutador enviar a oferta oficial por e-mail para analisar tudo (não somente salário, mas benefícios, descrição do cargos, carga horária, etc.)
    • 2 – Pergunte quando a empresa precisaria de sua resposta e peça um tempo para analisar a proposta

Com esse tempo você elabora a sua estratégia de negociação e reúne dados que irão te favorecer.

Por exemplo: se o salário oferecido pela companhia estiver abaixo da média do mercado ou seu nível profissional, você pode se prontificar a mostrar isso para a empresa com suas pesquisas.

E é no momento de fazer essa contraproposta que você precisa ter jogo de cintura.

Muita gente tem medo dessa parte pois acha que a empresa irá recusar o candidato que pedir mais dinheiro. Mas, como eu já disse, isso não vai acontecer. 

O ideal é que você marque um horário para falar com o recrutador e comece o diálogo reforçando os pontos positivos da vaga que te fazem querer muito trabalhar ali.

Nessa conversa é importante que você comente sua preocupação em relação à oferta. Então, dependendo do seu caso você trará os argumentos, como:

  • A comparação entre a faixa salarial oferecida e a informada para seu nível de experiência
  • Seus diferenciais (habilidades adquiridas, cursos, etc.)
  • Sua preocupação em relação à estabilidade nessa vaga (caso seja um trabalho temporário, é importante que você ganhe um pouco a mais, já que muitas vezes benefícios e segurança social ficam de fora dessa conta)
  • Ou até mesmo o fato da oferta ser praticamente igual ao que você já ganha no momento

Com argumentos como esses em mãos, em vez da abordagem ou tudo, ou nada você vai pedir para que o recrutador veja o que é possível fazer para melhorar essa oferta. 

Perguntas guiadas por “O que é possível fazer…” e pela palavra “Como” criarão mais chances de o recrutador retornar para seus gerentes e renegociar a oferta depois. Um exemplo: 

“Eu gostei muito da oferta da empresa e estou muito empolgada para trabalhar com vocês. A única coisa que pesa para eu tomar a decisão no momento é a questão salarial. Pelo que vi na oferta que você me enviou, o salário para esse cargo é de X mil reais por mês, e no momento eu procuro algo entre X,5 ou Y mil para mudar para esse novo emprego, já que essa é a média paga geralmente nessa área. Você pode, por favor, verificar o que é possível fazer para chegarmos em um desses valores?“

Percebe como você não rejeita a oferta, mas deixa claro que gostaria de negociar e que de acordo com seus argumentos e os dados que você tiver um aumento sobre o valor inicial pode fazer sentido? 

O maior medo: e se a empresa disser NÃO para sua contraproposta salarial?

Para qualquer coisa que você for pedir na sua vida você poderá ouvir um sim, ou um não.

Isso é perfeitamente normal e não será o fim do mundo caso a empresa te diga que não consegue alcançar o valor desejado. Você avaliará se ainda assim vale ou não a pena aceitar isso.

Às vezes a empresa tem um limite de gastos com aquela vaga e alguns recrutadores são transparentes em relação a isso. 

Caso esse limite seja informado para você e mesmo assim a oferta seja abaixo disso, você pode pedir para que a proposta seja reajustada para o valor máximo.

Caso contrário, ainda existe algo que você pode fazer, que é: negocie além do dinheiro. Veja abaixo alguns exemplos do que você pode questionar:

  • É possível adicionar ou melhorar o pacote de benefícios oferecidos (um melhor plano de saúde, talvez)?
  • Existe a possibilidade de você diminuir a carga horária e assim adequar o salário ao seu preço/ hora? 
  • Ou de conseguir dias a mais de férias? 
  • Ou de dar uma alterada no nome do cargo para que isso ajude a turbinar ainda mais seu currículo no futuro?
  • Ou de pagarem alguma certificação ou curso para você performar melhor no cargo?
  • …ou de explorar qualquer outra vantagem que a empresa possa oferecer para se tornar mais atraente diante do seu emprego atual, para que a mudança compense (se for o caso)?

Se você chegou até aqui e ainda tem medo de tentar negociar seu salário, vou só deixar mais um lembrete: nenhuma empresa sai no prejuízo quando reajusta a quantia oferecida. Se ela aumentou a sua oferta inicial de salário, é porque ela podia fazer isso.

Então, começa a praticar essa habilidade de negociar o quanto antes e no futuro você se sentirá cada vez mais confiante. O seu eu (mais rico) do futuro vai te agradecer muito. 😉

Compartilha esse post para que seus amigos nunca mais fiquem sem negociar seus salários também! É só usar os botões aqui embaixo.

Até a próxima!

Imagens do post: Freepik.com

17 de setembro de 2020 0 comentários
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Entrevista de emprego

Como aumentar suas chances de conseguir uma entrevista de emprego

por Adeline Daniele 20 de julho de 2020
escrito por Adeline Daniele

Você simplesmente não consegue mais entender por que ninguém ainda te chamou para uma entrevista de emprego. Afinal, você envia currículo para as vagas quase todos os dias e está sempre de olho no seu e-mail e no telefone.

Mas ninguém te envia nenhum e-mail.

Ninguém te liga.

Nenhum feedback foi enviado sobre sua candidatura.

E você se sente o profissional mais solitário e indesejado do mundo.

Mas calma lá: você não é a única pessoa nessa situação. E, sim: existem algumas coisas que você pode fazer para turbinar as chances de receber um convite para entrevista.

Pensando em ajudar quem está nessa fase difícil que é buscar um novo trabalho, eu escrevi estas dicas que podem aumentar significativamente suas chances de conseguir uma entrevista de emprego.

Essas dicas você já vai poder colocar em prática, então prepara o papel e caneta para anotar!

Por que você ainda não foi chamado para aquela entrevista?

Às vezes um profissional acha que na busca por emprego vale tudo, até mesmo enviar centenas de currículos para todas as vagas que encontra pela frente.

Porém, a frustração acontece quando nenhuma empresa sequer responde seu contato.

Por que isso acontece? Será mesmo que as empresas recebem sempre tantos currículos que nem chegam a ler o seu e-mail?

Pode ser que sim. Mas há uma grande chance de que você esteja cometendo alguns erros antes mesmo de se candidatar para as vagas de trabalho.

Deixa eu tentar adivinhar o cenário mais comum: o currículo que você usa é sempre o mesmo, independentemente do tipo de vaga para a qual está aplicando. Acertei?

Bom, pode ser que você faça algo parecido. Isso porque um erro que muita gente comete é não personalizar a candidatura.

É claro não precisa criar um currículo diferente para cada novo emprego que for tentar. Porém, se você busca um determinado tipo de trabalho ou cargo, é bom dar uma atenção especial a essa aplicação.

Vamos então às dicas para você aumentar suas chances de conseguir uma entrevista de emprego.

Como aumentar suas chances de conseguir uma entrevista de emprego

Veja a seguir 3 coisas que você pode fazer para aumentar suas chances de conseguir uma entrevista de emprego. Tudo isso pode – e deve – ser feito antes mesmo de clicar no botão para se candidatar de uma vaga:

1. Seja consistente: o que você quer da sua carreira no momento?

Uma coisa que muitos profissionais se esquecem de fazer ao buscar um novo emprego é de determinar um foco em suas carreiras.

Você não precisa saber o que você vai querer fazer daqui 5 ou 10 anos, mas precisa ao menos ter uma ideia do que você gosta de fazer e que tipos de experiências deseja ter nos próximos meses.

Por exemplo: você pode trabalhar na área de administração, mas no momento está precisando ganhar experiência com recursos humanos.

Somente isso já te ajudaria a buscar por um trabalho de maneira mais focada e coerente, não acha?

Afinal, não é toda empresa que vai estar contratando profissionais exatamente para a área de RH.

E não faz sentido você enviar seu currículo “por enviar” para vagas relacionadas à sua profissão se elas não estão ligadas ao que você faz e ao que você quer fazer.

(Ou até faz, mas isso diminui suas chances de gostar do que faz em sua carreira, não é mesmo?)

Quando você determina o tipo de experiência que deseja ter no momento, você filtra melhor as vagas de emprego para as quais vai enviar seu currículo e diminui as chances de ter frustrações de contatos não respondidos.

Ao determinar o cargo ou tipo de atividade que você deseja desenvolver em um novo emprego, passe a buscar os empregos usando palavras-chave relacionadas com esse assunto.

2. Adapte seu currículo e LinkedIn para a vaga desejada

Depois de você definir qual será o foco de sua carreira numa próxima experiência profissional, é hora de moldar o seu currículo pensando nesse objetivo.

Os setores de RH costumam fazer uma varredura nos arquivos de currículo antes mesmo de ler todos eles. E essa varredura é feita usando como referência palavras-chave que tenham a ver com a vaga anunciada.

Então, você precisa se certificar de que está colocando seu cargo e experiências de acordo com essas palavras-chave buscadas pelo setor de RH da empresa onde quer trabalhar.

Vou dar meu exemplo: eu sou jornalista, mas meu principal trabalho atualmente não envolve reportagem – atividade comum na minha profissão. Eu trabalho conteúdo web.

Logo, ao procurar por vagas e ao personalizar meu currículo, eu preciso adicionar palavras-chave e experiências que remetam às minhas experiências mais relevantes nessa área específica lá na parte de cima do currículo, sem dar foco às experiências em reportagem (que ficam em segundo plano ou podem até ser removidas).

Com essa área como palavra-chave, a companhia que busca por repórteres não vai poder dar muita atenção ao meu currículo, já que para o sistema ou para o próprio recrutador aquelas experiências não estarão mais em foco. Por outro lado, eu serei mais facilmente rastreada por empresas que procuram por especialistas em conteúdo web.

3. Escreva uma carta de apresentação irresistível

Outro item que os setores de Recursos Humanos analisam antes de chamar um candidato para uma entrevista de emprego é a carta de apresentação.

A carta de apresentação é importante e ela varia muito de acordo com cada vaga para a qual você se candidata.

Mas existe uma forma de você tornar a sua apresentação inicial e escrita mais atraentes para o recrutador.

Veja as dicas que você deve considerar:

  • Coloque seus contatos no início ou na assinatura da carta.
  • Coloque o nome do recrutador no início da carta (caso saiba quem irá ler).
  • Abra a carta de apresentação contando ao recrutador como ficou sabendo daquela vaga ou informando que você se candidatou para a oportunidade.
  • Depois, especifique por que você é o candidato ideal para a vaga. Conte as experiências mais relevantes que te identificam com a oportunidade anunciada, citando os principais pontos.
  • Faça uma conclusão breve contando por que você seria o candidato ideal para a vaga.
  • No final, convide o recrutador a entrar em contato com você e mostre que tem disposição para conversar mais sobre a vaga.
  • Escreva uma despedida e assine seu nome.

Todos os itens citados acima devem caber em uma única folha. É preciso apresentar essas informações de forma muito breve e objetiva.

O que fazer agora?

Com os 3 passos acima eu espero que você consiga garantir que terá mais foco ao buscar empregos, que seu currículo será adequado para a vaga que você deseja e que sua carta de apresentação realmente seja atrativa para um recrutador.

Compartilhe este artigo por meio dos botões aqui embaixo e ajude seus amigos a conseguir uma entrevista de emprego também!

Até mais!

20 de julho de 2020 0 comentários
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Produtividade no Trabalho

Suas tarefas do trabalho estão te sobrecarregando? Veja o que fazer

por Adeline Daniele 13 de julho de 2020
escrito por Adeline Daniele

Pois é: nada novo sob o sol você ser um funcionário multifunções na sua empresa. Ainda mais agora com a crise, as chances de a sua lista de tarefas ter triplicado – e o seu salário encolhido – são grandes.

O que fazer nessas horas? 

Sei que a melhor válvula de escape no estresse do dia a dia é recorrer a amigos, parentes e colegas para reclamar e praguejar sobre o quanto você se sente explorado e deixar por isso mesmo. 

Afinal, existe o medo de ganhar rótulo de preguiçoso, de ser demitido após manifestar sua opinião, ou de outras pessoas não darem conta de te ajudar caso você traga esse problema para seu chefe.

Mas, tenha uma coisa em mente: estar cansado, e se sentir sobrecarregado não significa ser um mau empregado. 

Para além disso: você pode estar superestimando sua própria importância na sobrevivência da empresa como um todo, você não tem que dar conta de tudo. 

E embora a vontade de apenas jogar o problema para o mundo (e ainda assim continuar trabalhando loucamente), tenta colocar algumas coisas sob perspectiva, que podem te ajudar.

Por exemplo: existe a chance da pessoa que te gerencia não ter informações sobre quantas coisas você tem para fazer e da sua forma de trabalhar, levando-a a pensar que você – por já ter feito algo parecido antes – vai dar conta de tudo sempre. 

Você pode ter recebido inúmeras demandas novas, sem data específica e prioridades para cada uma, te levando a pensar que precisa trabalhar até as 22 horas para entregar tudo no dia seguinte.

E no fim, salvo casos de exceção ou te sazonalidade na sua indústria, isso nem precisaria acontecer.

Então, eu sei que é difícil, mas se você estiver sentindo que o mundo inteiro está te cobrando e não consegue lidar com todas as coisas que tem a fazer no momento, respira 10 vezes, organize todos os seus afazeres em uma lista ou arquivo de forma bem clara e tente algumas das seguintes soluções:

1. Fale com seu gestor ou gestora e apresente possíveis soluções

Você, sua chefia e a empresa são parceiros de trabalho. É do melhor interesse de todas as partes que você consiga entregar o seu melhor em cada atividade – e para isso você precisa ter motivação e estar feliz com o que faz.

Por isso, não tenha receio de marcar uma conversa para propor algumas soluções que possam melhorar o seu fluxo de trabalho. O mais produtivo é sempre tentar já vir com sugestões e mostrar o quanto elas podem ser benéficas para a empresa também.

E caso você não saiba ainda o que sugerir, tente apresentar para o seu chefe as suas pendências atuais e peça conselhos para negociar o que pode ser entregue primeiro. 

Às vezes o problema era apenas a falta de visibilidade sobre quando algo deveria ser entregue, e uma vez que você esclarece isso, vai conseguir distribuir melhor as tarefas do seu dia e entregar tudo no prazo, sem dor de cabeça.

2. Seja transparente sobre sua forma de trabalhar

Outras vezes, toda essa sobrecarga é causada pela falta de clareza – você pode ter recebido uma responsabilidade para a qual não tem os conhecimentos necessários, ou na verdade precisava apenas fazer parte da tarefa e depois delegá-la para outro setor ou colega. 

Por isso, é importantíssimo que o seu chefe conheça a sua forma de trabalhar e vice-versa.

Caso não tenha tido esse tipo de conversa ainda, você deve separar um tempo para demonstrar quanto tempo você leva para fazer cada coisa e os passos necessários para chegar naquele resultado. E, claro, expor suas limitações caso elas existam: você não precisa saber fazer tudo.

Ter essa visão mais detalhada sobre o que você faz saber vai ajudar o seu gestor ou gestora a definir melhor o que você deverá fazer em cada caso.

Um parênteses aqui: claro que seus chefes sabiam sobre suas habilidades no momento em que te contrataram, porém em um período de alta demanda é sempre bom revisitar suas responsabilidades e formas de trabalhar.

Com essas abordagens, talvez vocês cheguem à conclusão de que é preciso adiar determinadas pendências para que você tenha mais tempo de entregar um trabalho bem feito, ou outra pessoa se encarregue de outras partes da sua tarefa.

3. Peça ajuda a seus colegas

A grande maioria das empresas reforça a importância do trabalho em equipe e algumas até acrescentam isso no núcleo dos valores da companhia. Então por que nessas horas temos tanta dificuldade de colocar isso em prática?

Os colegas de trabalho também estão ali para auxiliar uns aos outros em momentos de alta cobrança, por isso você pode (e deve) alertá-los quando estiver precisando de ajuda. 

Avise seu chefe (é bom avisá-lo antes nesse caso) e distribua partes de uma grande tarefa com outras pessoas da equipe, assim a pendência será resolvida mais rapidamente.

4. Alerte o RH sobre isso

Em um caso em que essa sobrecarga é recorrente e fora do normal, peça ajuda para alguém da área de recursos humanos da empresa e exponha o problema. 

Esses profissionais não estão ali apenas para contratar pessoas, mas também para garantir que os funcionários tenham contentes e saudáveis dentro de suas posições. 

Problemas como o burnout é algo que toda companhia deve evitar, e por isso é importante buscar ajuda caso você esteja passando por uma fase difícil.

5. Procure outro trabalho

Embora seja muito delicado falar sobre coisas desse tipo – especialmente no início da carreira – é importante que você pense em colocar sua saúde mental e física em primeiro lugar.

E é compreensível também que em alguns casos isso seja resolvido apenas mudando de emprego.

Pode ser que você precise de uma nova posição em que os desafios sejam mais alinhados com o que você gosta de fazer e onde você se sinta respeitado. Faça essa mudança de forma planejada, claro!

Mas não faça isso antes de se posicionar se em seu atual emprego e deixar claro como você se sente sobre suas funções e cobranças.

Afinal, se você nunca pediu mais tempo, nem conversou sobre o assunto, muito menos pediu ajuda. Como você espera que seus colegas, chefes e o mundo reajam para te ajudar, não é mesmo?

Você já tentou alguma iniciativa para tentar resolver a sobrecarga de trabalho em seu emprego? 

Conta aqui nos comentários a sua experiência, e não esquece de usar os botões abaixo para compartilhar esse post com mais pessoas que estão passando por esse problema!

Imagem desse post por Freepik

13 de julho de 2020 0 comentários
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6 livros que podem ajudar em sua carreira e desenvolvimento profissional
Crescimento profissional

6 Livros que irão te Ajudar em Diversos Momentos da sua Carreira

por Adeline Daniele 24 de junho de 2020
escrito por Adeline Daniele

Seja lá qual for a sua profissão, se você não tem o hábito da leitura ainda está desperdiçando uma das formas mais rápidas, baratas e eficientes de se desenvolver profissionalmente.

Ler deveria ser tão importante quanto participar de congressos, cursos e workshops, e é algo que pode te ajudar a alcançar cargos, promoções, salários e até oportunidades de trabalho melhores.

Além disso, ter um bom repertório de livros te faz ganhar pontos em processos seletivos: pode ser que até mesmo em uma entrevista o recrutador já tenha te perguntado se você está lendo algum livro ou qual último livro você leu, para ver se você tem esse hábito e se você é o tipo de profissional disposto a aprender e a lidar com pontos de vistas diferentes.

Bom, eu não vou entrar aqui na discussão de como aprender a ler mais ou como adquirir esse hábito caso você ainda não tenha, pois isso será assunto de um artigo que farei no futuro.

Por enquanto, eu gostaria de deixar aqui uma lista de livros que me ajudaram a abrir a cabeça em relação a vários assuntos e a evoluir profissionalmente.

Algumas das principais lições que eles me ensinaram falam de temas diversos como empreendedorismo, negociação e como usar o nosso tempo e esforço da melhor forma possível para alcançar resultados (tanto no trabalho, quanto na nossa vida em geral).

Então, anota aí essa lista com 6 livros para você ler ainda este ano – olha só, dá para ter como meta ler pelo menos um por mês!

Para adquirir hábitos saudáveis na vida e trabalho e se livrar dos que te prejudicam: O Poder do Hábito – Charles Duhigg

Eu tenho certeza de que você ou tem um hábito do qual deseja se livrar, ou um que gostaria de adotar na sua vida (fazer mais exercícios? Ler mais? Deixar de roer unhas, fumar ou de comer algo que te faz mal? Acordar mais cedo para trabalhar? Não importa!).

Mas, mais do que te explicar como esse sistema de hábito vs recompensa funciona na sua vida pessoal, o livro também traz exemplos de casos corporativos, contando como hábitos organizacionais se tornaram destrutivos para empresas – ou em alguns casos, como empresas adotaram hábitos que as fizeram alavancar seus resultados.

O jornalista ganhador do Pulitzer e ex-repórter do The New York Times – vai te mostrar como funciona a ciência por trás desses hábitos: desde a forma como incluímos hábitos em nossa rotina de forma inconsciente até como o nosso cérebro entende as recompensas causadas pela repetição desses hábitos. Vale demais a leitura.

O Poder do Hábito – Ver mais detalhes no site da Amazon

Para ter um ponto de vista único sobre empreendedorismo e inovação: De Zero a Um – Peter Thiel

Confesso que depois de cobrir tecnologia e inovação por um bom tempo como repórter, eu já havia cansado de ler sobre startups de sucesso e sobre como elas “pensaram fora da caixa” para transformar uma ideia em uma máquina de fazer dinheiro.

Mas esse livro escrito pelo cofundador do famoso site de pagamentos Paypal vai muito além disso. Para mim ele é a leitura inicial perfeita para quem está pesquisando sobre como abrir um novo negócio (em qualquer setor) ou para quem quer entender como a dinâmica desse mercado maluco de inovação funciona.

O Peter Thiel apresenta uma visão do futuro e da inovação contando como monopólios de mercado são criados pela inovação e não pela competição – já que quanto mais competimos com concorrentes, mais parecidos com eles ficamos. Ele explicita a diferença que faz entre ir de 1 para n – incrementando algo já inventado e familiar em um negócio – e entre ir de 0 a 1 – ou seja, inventar algo totalmente novo.

Por meio desse livro a gente aprende a refletir sobre as perguntas certas para conseguir encontrar valor em coisas inesperadas, e ter essa mentalidade pode nos ajudar tanto no nosso trabalho, quanto ao empreender.

De Zero a Um – Ver mais detalhes no site da Amazon

Para alcançar suas metas e ter mais foco: A Única Coisa – Gary Keller

Frequentemente quando definimos uma grande meta, nós tentamos alcançá-la ao colocá-la junto com várias outras tarefas e prioridades e, com o tempo, por nos sentirmos sobrecarregados, desistimos ou ficamos com tudo pela metade, sem resultado algum. Eu aposto que você também já passou por esse ciclo na sua vida profissional e se frustrou quando uma iniciativa não deu certo.

Então, para começo de conversa, esquece essa ideia de tentar fazer tudo ao mesmo tempo: A Única Coisa deixa bem claro o quanto temos mais chance de sucesso ao focar exatamente em uma única coisa.

Foi ao ler esse livro que me dei conta do quanto essa ideia de que devemos sempre ter equilíbrio é uma grande mentira. Na realidade, o que precisamos aprender a fazer é a remover da nossa rotina e das nossas prioridades tudo o que é desnecessário para dar o máximo de espaço possível para uma grande meta, de forma balanceada, mas aceitando sim que outras coisas deixarão de ser feitas para que a principal – a única – coisa seja feita.

O livro vai te mostrar ainda de que forma você consegue encontrar força de vontade para se dedicar todos os dias ao que você deseja alcançar, com uma técnica simples.

A Única Coisa – Ver mais detalhes no site da Amazon

Para maior produtividade e alcançar mais (e melhores) resultados: A Revolução 80/20 – Richard Koch

Esse livro conversa um pouco com o A Única Coisa quando o assunto é produtividade. No entanto, para além do foco em algo específico, é preciso aprender em que focar para obter mais resultados.

Caso você ainda não tenha ouvido falar do Princípio 80/20, esse termo surgiu após o cientista político e economista italiano Vilfredo Pareto apresentar uma teoria que basicamente diz o seguinte: 80% dos nossos resultados advém de 20% dos nossos esforços.

Essa relação foi feita quando Pareto analisou que 80% das terras italianas pertenciam a apenas 20% da população. A partir disso ele conseguiu fazer essa correlação com vários outros temas.

A ideia é que você exercite essa mentalidade e consiga trazer isso para o seu trabalho:

  • Quais são os 20% de produtos que geram 80% dos lucros em sua empresa
  • Quais são as competências mais importantes nas quais você deve focar para alcançar mais sucesso no seu cargo?

Lembre-se: trabalhar mais horas não significa trabalhar mais. Então, que tal exercitar sua mente para usar o seu esforço de forma mais inteligente?

A Revolução 80/20 – Ver mais detalhes no site da Amazon

Para aprender sobre técnicas de venda e negociação: As Armas da Persuasão – Robert Cialdini

Saber como o mundo das vendas e do marketing conseguem te convencer a gastar seu dinheiro é importantíssimo para 1) não cair mais sempre na lábia de vendedores e 2) aprender como usar a persuasão a seu favor no seu trabalho – seja internamente ou para lidar com seus clientes.

Esse livro chega a assustar com o quanto a gente é influenciado – seja pelo vendedor que tem técnicas de abordagens infinitas para conseguir arrancar o nosso “sim”, seja pela empresa que com o marketing consegue até mesmo mudar o nosso comportamento para consumir seus produtos.

O Robert Cialdini é psicólogo e com dados científicos e várias análises conta quais são os seis princípios psicológicos nos quais nosso comportamento se baseia e como as pessoas os utilizam para influenciar as outras.

As Armas da Persuasão – Ver mais detalhes no site da Amazon

Para negociar melhor e lidar com várias situações no trabalho: Negocie como se sua vida dependesse disso – Chris Voss

Confia em mim: você precisa aprender as técnicas de negociação desse para se dar bem na sua carreira e no dia a dia do trabalho.

Lendo esse livro você provavelmente vai identificar vários deslizes que pode ter cometido negociando situações no escritório e até salário, ficando em uma posição de desvantagem.

E embora fique bem claro que a falta de conhecimento e de inteligência emocional podem afetar muito a forma como conseguimos certas oportunidades, existem métodos que nos ajudam a nos preparar melhor para esses embates, seja para negociar salário com chefe, comprar um carro, negociar aluguel ou debater decisões familiares.

Todos esses métodos são mostrados pelo ex-agente do FBI que conta como ele livrava reféns de seus sequestradores por meio de várias técnicas testadas e aprimoradas pelos investigadores.

Negocie como se sua vida dependesse disso – Ver mais detalhes no site da Amazon

Comece agora a alavancar sua carreira com esses livros!

Eu espero que com os livros acima você consiga tirar o melhor da sua vida profissional e pessoal. E se além da leitura você quer aprimorar seu currículo com novos conhecimentos, confira no artigo abaixo uma lista com 6 sites de cursos online:

  • 6 Ótimos Sites de Curso Online para Hackear seu Currículo e Como Aproveitá-las ao Máximo

Tem algum livro que te ajudou muito em sua carreira? Conta aqui nos comentários!

AVISO: os links para produtos e livros neste blog são de afiliados, então caso você clique nos links dessa descrição e faça uma compra, eu ganho uma pequena comissão. Isso não altera o preço final que você paga pelo produto.

24 de junho de 2020 0 comentários
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Currículo

6 Ótimos Sites de Curso Online para Melhorar seu Currículo e Como Aproveitá-las ao Máximo

por Adeline Daniele 29 de março de 2020
escrito por Adeline Daniele

Muitos jovens se sentem desmotivados e presos na vida profissional, pois acham que só é possível subir na carreira com uma boa faculdade ou com mestrados, pós-graduações ou MBAs caríssimos no currículo. Você se sente assim?

Pois eu tenho uma coisa a te dizer: pare de travar a si mesmo de ser um profissional melhor!

Esse mundo das empresas que só contratam profissionais com certificações sofisticadas já ficou para trás. E não sou eu que estou falando isso. É o CEO da maior rede social para profissionais do mundo: Jeff Weiner, do LinkedIn.

Em um evento onde ele contava sobre as estratégias de sua empresa para contratar talentos em “lugares não-tradicionais”, Weiner soltou o seguinte mantra:

Skills, not degrees.

Ou seja: habilidades, não diplomas. Até o Google tem contratado profissionais que não têm graduação nenhuma.

Ué, nem o Steve Jobs terminou a graduação. Isso significa que ele não era competente? O faturamento humilde da Apple todo ano mostra que não, né?

Eu tenho certeza de que você deve ter várias habilidades diferentes que pode ter aprendido desde a infância ou adolescência e nem se dá conta disso.

Talvez você até tenha se esquecido delas, e talvez você só precise aprimorá-las para usá-las profissionalmente. E eu entendo por que você ainda pode não ter feito nada a respeito disso: falta de dinheiro e tempo.

Mas, então, como acrescentar ou melhorar habilidades em seu currículo sem gastar muito e tendo pouco tempo para se dedicar a isso? Se você pensou em fazer um curso online, acertou.

Então, continua aqui nesse artigo para saber mais sobre:

  • As vantagens de fazer um curso online
  • 6 plataformas de curso online sobre os mais diversos assuntos (a maioria é de graça ou tem planos gratuitos)
  • E por que você deve focar para conseguir aproveitar ao máximo esse tipo de conteúdo

Vantagens de fazer um curso online

Existem várias razões diferentes para você recorrer a um curso online. Eu consigo identificar pelo menos três motivos principais que podem te levar a esse tipo de conhecimento:

1. É possível encontrar cursos de qualidade

Não pense que a qualidade de um curso online vai ser inferior a um curso tradicional e presencial.

Hoje em dia já existem cursos que permitem até ter contato com aulas ministradas por professores de universidades renomadas no exterior.

Inclusive, tem materiais fornecidos por profissionais que são referência naquela área – como fotógrafos, animadores digitais da Pixar, designers de sucesso, etc.

Então, ao fazer um curso online, você pode ter a oportunidade de aprender e aprimorar habilidades diretamente com os profissionais que mais admira. E o melhor: profissionais que realmente trabalham com aquilo que você quer trabalhar.

2. Liberdade para aprender quando quiser

Vamos eliminar aqui aquele problema da falta de tempo. Outro benefício em fazer um curso online é a liberdade.

Você pode escolher assistir ou ler sobre as aulas no horário que lhe for mais conveniente. Pode fazer uma aula por dia quando chega do trabalho, ou pode estudar tudo no final de semana.

Além disso, é possível rever aquele tema que você tem mais dificuldade de entender.

3. Custo-benefício e a vantagem de testar um novo assunto antes de se especializar nele

Mais um problema eliminado e que estava te impedindo de subir na sua carreira: a falta de dinheiro.

Aliás, quem pensa que só curso caro tem relevância precisa tirar isso da cabeça. Tem curso online de qualidade sendo ministrado por universidades de rankings mundiais gratuitamente. É uma oportunidade e tanto ter acesso a isso de forma tão fácil!

Tem curso online sobre qualquer assunto que você imaginar de graça ou por um custo muito mais baixo do que as tradicionais escolas cobram por aí.

Isso é bom tanto para quem não tem dinheiro algum, quanto para quem pensa em investir uma grande quantia em uma pós, mestrado ou MBA. Como o custo de um curso online é mais barato, ele pode te ajudar a experimentar um novo tema antes de embarcar nessas experiências maiores. É uma forma de você saber que não se arrependerá de colocar todo aquele dinheiro num curso mais caro.

Como hackear seu currículo com um curso online

Caso você esteja se perguntando onde é que estão tantas oportunidades interessantes para aprender online e de graça, eu selecionei a seguir 6 sites com boas opções de curso online em diversos assuntos. Confira abaixo:

Curso online para habilidades em games, TI, marketing e design

Skillshare

O Skillshare é uma das plataformas mais simples para quem deseja aprender desde como programar até técnicas de marketing digital, design e edição de vídeos.

Ao fazer um cadastro, o usuário pode selecionar os assuntos que tem interesse e já salvar alguns cursos para começar a assistir. Ele pode acessar os vídeos a qualquer momento e navegar entre as aulas.

Uma vantagem é que além da maioria dos vídeos serem curtos (ou seja, você pode assistir um pedacinho dele até mesmo nos seus 10 minutos livre), os autores das aulas costumam publicar tarefas na sessão “Class Project”, onde os próprios alunos enviam exemplos do que criaram.

A desvantagem é que as aulas em inglês não possuem opção de legendas. O Skillshare oferece alguns conteúdos gratuitos. Para obter a conta premium do serviço é preciso pagar US$15 dólares no plano mensal. Há também opção para o plano anual, de US$99. Tem também uma promoção na qual você ganha acesso à conta Premium para testar por 14 dias. *

Lynda.com

A impressão que tive ao usar o Lynda – ou Linkedin Learning – é que ele é um tanto mais teórico que o Skillshare. As aulas costumam ser mais aprofundadas em determinado assunto e também mais longas.

Na plataforma também há cursos em diversas áreas, como design, produção de vídeos, programação, etc. E a vantagem é que o usuário possui opções de legendas nas aulas em inglês.

A assinatura do Lynda custa a partir de US$29,98 mensais. *

Cursos gerais sobre gestão, negócios e finanças

Coursera

O Coursera é um dos maiores sites de curso online gratuito e possui ótimos conteúdos. Afinal, estamos falando de uma plataforma que tem parceria com algumas das melhores universidades do mundo.

Na plataforma é possível conferir cursos de economia, programação, administração, idiomas, música, entre outros.

Veduca

No Veduca é possível encontrar cursos pagos e gratuitos sobre administração, educação, gestão, física, ciência e muitos outros assuntos.

Além dos cursos livres, o profissional também pode encontrar um curso de extensão na plataforma e obter certificados. O site possui parceria com instituições de ensino para produzir seus conteúdos.

Curso online para aprender programação

Codecademy

A Codecademy tem uma ótima didática para ensinar diversas linguagens de programação. Você pode acompanhar aulas em mais de uma linguagem e sempre terá tarefas para treinar as habilidades.

A limitação, contudo, está no idioma: todo o site está em inglês. No entanto, se você tem uma noção mínima sobre a língua é possível entender grande parte dos conteúdos.

Khan Academy

A Khan Academy é outra plataforma fortemente indicada para aprender programação, mas ela também possui cursos sobre matemática, ciências, história, economia e até arte.

Um recurso interessante no site é a categoria chamada Hora do Código. Nela o usuário pode optar por treinar, em uma hora, os conceitos básicos de programação, a criação de páginas ou de bancos de dados. Detalhe: vale para crianças e adultos também.

Como aproveitar ao máximo um curso online

Ao ver o título e passar pela lista você pode até estar se perguntando: Por que listar apenas seis plataformas de curso online se existem milhares deles na internet?

A resposta é simples: porque eu tenho certeza de que você mal vai dar conta de visitar e fazer curso em metade dos sites que citei.

Quer fazer o teste? Tenta completar um curso em cada uma dessas seis plataformas. Um curso inteiro.

Eu te garanto que mesmo conseguindo, você ou vai ter tido muito tempo para se dedicar a eles ou vai ter passado por várias interrupções.

Até mesmo quando tentei fazer esses cursos, acabei me empolgando com a quantidade de assuntos que me interessava e não consegui finalizar tudo o que eu queria.

Dica: busque melhorar uma habilidade que você já tem primeiro

Uma dica muito boa que li em alguns sites e recebi durante um curso que estou fazendo é: foca no que você já é bom ou já tem conhecimento e torne-se mestre nisso.

Ainda que soe muito atraente o fato de você aprender novas habilidades do sofá da sua casa, sem gastar muito dinheiro e de maneira rápida, existe a preocupação de que você acabe espalhando as suas ideias em várias competências diferentes sem se especializar e conseguir completar tarefas em nenhuma delas.

Explico: vamos supor que você já conheça o básico de Photoshop, tenha muito interesse em começar a ilustrar, mas que também goste de outros recursos dentro disso, como caricaturas, pintura digital ou quadrinhos (comics).

Aí você vai lá, feliz da vida, e salva os cursos sobre todos esses assuntos, incluindo aquele seu primeiro interesse: ilustração.

Você começa a assistir/ ler sobre ilustração básica, mas, se empolga, pausa esse estudo, e vai dar uma espiadinha no outro curso porque não aguenta de curiosidade para aprender sobre pintura digital.

Depois vê um tempo do curso sobre pintura e até tenta treinar isso, mas então te dá uma vontade louca de aprender sobre quadrinhos. E lá vai mais um tempo nisso, e sem que você termine um quadrinho sequer.

Aí você desanima dos quadrinhos (porque é difícil pra @#$%^&) e parte para as aulas básicas de ilustração. Só que você já viu tanta aula com a galera botando a mão na massa que você desanima e acha que nunca vai passar do básico no Photoshop, que provavelmente é criar alguns banners, melhorar alguma foto e fazer uns rabiscos estranhos.

No fim, o que acontece? Você não aprendeu nenhuma habilidade nova e nem aprimorou aquela que já conhecia. Porque a gente não sabe multitarefar (não somos robôs) e porque não enxergamos esses cursos como um processo.

E eu entendo isso: o fato de ter uma infinidade de conteúdos ali, disponíveis, na hora em que você quiser, dá a impressão de que todo o conhecimento entra na sua cabeça com a mesma rapidez e facilidade com que seu navegador carrega a página.

Era tudo mentira sobre ser multitarefa, gente. Isso nunca acontece e cada um tem seu ritmo de aprendizado. E a parte ótima em tudo ser online é você poder ir e voltar quando quiser para realmente assimilar o que está aprendendo.

E olha, se você pretende investir um real nas plataformas de curso online acima, eu recomendo que você sempre se lembre disso, pois é ainda pior pagar caro para não aprender nada.

Claro que incluir habilidades que você nunca viu faz muita parte disso, mas certifique-se de pegar primeiro o curso de interesse com o qual você é mais familiar para depois tentar completar os novos cursos, um de cada vez.

Tem mais sugestões?

Espero que as opções listadas acima ajudem àqueles que precisam aprender novas habilidades em um curto espaço de tempo.

Eu eu escolhi os sites com os quais já tive contato, onde vi conteúdos bacanas e onde realmente consegui aprender coisas legais e úteis. 🙂

Ah, e eu queria te perguntar uma coisa:

Você já fez algum curso online para aprender uma nova habilidade? Se tiver sugestões de mais sites ou cursos online, é só comentar aqui embaixo!

* Valores das plataformas foram atualizados em 03/2020

Créditos da imagem: Freepik

29 de março de 2020 0 comentários
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Currículo

3 passos que te ajudam a conseguir emprego mais rápido

por Adeline Daniele 21 de março de 2020
escrito por Adeline Daniele

Se você está desempregado ou foi demitido e ainda não tem outro emprego em vista, esse artigo foi feito para você!

Hoje eu vou contar quais são os três passos capazes de acelerar a sua busca por trabalho, independentemente da sua área de atuação. 

Mas, antes de prosseguir, é importante que você tenha a sua cabeça aberta com relação às oportunidades que poderão surgir. 

Embora o emprego fixo que oferece estabilidade e benefícios seja um cenário mais atraente e promissor em muitos casos, pode ser que você tenha que adaptar suas expectativas e formas de trabalhar para aceitar freelances – ou seja, trabalhos temporários ou sem ser sob a popular CLT. 

E até existe uma vantagem em fazer isso, já que você consegue mais flexibilidade, é pago exatamente pelo tempo que gastou na tarefa e consegue aumentar o número de experiências em seu CV ou portfólio mais rapidamente. 

O que você vai ler a seguir te ajuda não apenas a conseguir um emprego mais rápido, mas também a aumentar sua rede de contatos e seu perfil profissional para que você receba oportunidades cada vez melhores na sua carreira.

Dito isso, vamos aos três passos que aceleram esse processo:

Passo 1. Use sua rede de contatos

O passo número um é você recorrer às pessoas mais próximas de você. E quando eu digo pessoas próximas, não são parentes ou amigos aleatórios.

Você precisa acionar aquela rede de contatos relevante para a sua vida profissional: colegas que trabalharam com você antes, ex-gerentes, supervisores e chefes, colegas que estudaram com você na faculdade – ou até ensino médio, se fizer sentido.

Selecione entre 7-10 pessoas para enviar e-mail ou mensagem pelo LinkedIn. Os ex-gerentes que você teve são uma peça muito importante nesse passo pois, se a relação de vocês na experiência anterior foi boa, eles trarão maior credibilidade quando forem recomendar você para outras empresas.

E aí, se você não está acostumado com essa abordagem pode até falar: “Ah, mas eu sou tímido(a).” ou “Tenho vergonha de pedir ajuda e falar que estou desempregado ou procurando emprego.”

Você tem que ter vergonha mesmo é de não fazer nada para crescer profissionalmente, não de ir atrás de um trabalho.

Continuando, e pra te aliviar um pouco: as pessoas com quem você não tem uma boa relação por motivos profissionais, você obviamente pode deixar de lado.

Mas é importante demais que você tome esse primeiro passo. Vou dar um exemplo bem besta ilustrativo:

Imagina que no auge do seu desespero por uma renda mensal, com contas vencendo, você está num barco afundando no meio do oceano. Qual é a primeira coisa que você vai fazer? É emitir aquele pedido de ajuda por rádio, e os navios que estiverem mais próximos serão capazes de te resgatar com mais rapidez.

Ou seja: é muito mais fácil começar emitindo esse pedido de ajuda aos contatos profissionais que estiveram mais próximos de você recentemente, e depois ir expandindo esse raio aos poucos.

Então, peça ajuda. Comece disparando e-mail (ou mensagem para os mais íntimos), contando que você tá buscando uma nova oportunidade, ou que você foi demitido por cortes na sua empresa, se for o caso, e pede para que essas pessoas te avisem caso elas saibam de algum lugar que está contratando ou precisando de alguém com as suas experiências.

Chega no colega que você sabe que trabalha em um lugar bacana e fala:

“Oi sumida / Oi sumido. Tudo bem? E aí, como anda o trabalho, você gosta de trabalhar aí? Eu ando procurando algo diferente <<olha só, nem precisa falar ainda se você foi demitido ou que tá super desempregado>>, e sempre gostei muito dessa empresa. Você sabe se eles estão contratando? Poderia me indicar um contato do RH para eu fazer algumas perguntas e marcar um café?”

Você pode descobrir que tem uma rede muito bacana de contatos, e sequer precisar se cadastrar num site de vagas.

E pra você que acha que isso não dá certo: pelo menos cinco das minhas experiências profissionais, incluindo freelances e empregos fixos, aconteceram dessa forma, e isso desde quando eu tinha zero de experiência na minha área!

Passo 2. Parta para a ação

O segundo passo para encontrar um trabalho mais rápido é ser verdadeiramente ATIVO na sua busca.

Às vezes a gente escuta alguém falando:

– “Nossa, eu não aguento mais ficar sem emprego. Cansei de procurar!”

E se você responde: “Tá, mas o que você tem feito para conseguir um trabalho?”

– “Ah eu me cadastrei em dois sites de vagas, candidatei em algumas, mas ninguém falou comigo!”

Se identificou com essa situação e essa resposta de alguma forma?

Pois é. A gente já está cansado de saber o quanto as empresas demoram pra responder a candidatura de vagas online (e até mesmo as que não são feitas online). Então, qual o truque aqui?

Você precisa ter muita proatividade na busca pelo seu trabalho.

Infelizmente, com a taxa de desemprego disparada e a quantidade de pessoas cadastradas em sites de vagas, fica difícil você confiar apenas no filtro de pesquisa de dois ou três serviços – e isso quando eles não vendem pacote de assinatura, fazendo com que as contas gratuitas tenham um ranking “menor” nas pesquisas feitas por recrutadores.

Logo, não conte que apenas o cadastro e o algoritmo dos sites de vagas irão te favorecer. 

Para garantir maiores chances de conseguir uma entrevista de emprego, aqui vão algumas ações que você precisa colocar em prática regularmente:

  • Crie e atualize seu cadastro no LinkedIn e em sites de vagas mencionando os cargos dos quais tem interesse
  • Ative notificações de vagas para os cargos e empresas onde você deseja trabalhar
  • Entre em contato com recrutadores especializados em sua área ou até gerentes em empresas onde você gostaria de trabalhar pedindo para marcar uma conversa sobre as oportunidades que eles podem ter agora ou até mesmo no futuro (e se você não acredita que isso dá certo: eu já consegui uns cinco empregos com essa abordagem e a dos contatos profissionais citada ali em cima!)
  • Caso você encontre uma oportunidade com a qual realmente se identificou, procure pelo contato do recrutador (e-mail ou LinkedIn) e tente estreitar essa relação ao enviar seu currículo diretamente para a pessoa ou até mesmo convidá-la para um café/ chamada para entender mais sobre essa e outras vagas que a companhia oferece
  • Sempre ao se candidatar personalize seu currículo de acordo com as especificações de cada vaga que estiver se candidatando, destacando as experiências mais relevantes em cada área (sem mentir , claro!)
  • Se você fez uma entrevista recentemente, espere alguns dias e envie uma mensagem agradecendo ao recrutador pelo tempo, e pergunte sobre os próximos passos

E caso você tenha dificuldade de iniciar uma conversa com recrutador por e-mail, aí vai um modelo simples e fácil que você pode adaptar e utilizar para abordar essas pessoas:

Olá, <Nome>, tudo bem?

Meu nome é <Seu nome>, eu sou formado(a) em… / trabalho com…<fale sobre sua formação ou com o que trabalha> e tenho X anos de experiência.

(caso você tenha acabado de se formar, pode falar que acabou de se formar na área X e informe o último local onde trabalhou ou estagiou se possível)

Escrevo para te fazer um convite: gostaria me apresentar para você e a <nome da empresa> pois eu gostaria muito de disputar uma possível oportunidade na área de <sua área de interesse> no futuro.

(mais um lembrete aqui: caso já tenha uma vaga aberta, você cita ela nesse trecho!)

Estou encaminhando em anexo meu currículo <e alguns itens do meu portfólio> e fico à disposição para um café/ conversa/ videochamada/ chamada telefônica.

Você teria um tempo para essa conversa na próxima semana?

De qualquer forma, estou enviando meu currículo <e portfólio> para análise.

Fico à disposição para falar mais sobre minhas experiências e sobre como posso ajudar vocês!

Obrigada e até mais,

<Seu nome>

<Seu e-mail>

<Seu telefone>

Se essas atitudes forem parte de sua rotina, pode ter certeza que você terá não apenas uma chance maior de conseguir trabalho, como aumentará o seu networking com contatos muito qualificados para a sua carreira.

E olha que muitas vezes existem pessoas até mesmo dispostas a se tornarem suas mentoras e te ajudar a alcançar o cargo desejado.

Passo 3. Demonstre seu talento e construa sua marca 

Você sabia que mais de 80% das vagas de emprego não chegam a ser divulgadas?

Na maioria dos casos, os headhunters tentam contato direto com uma seleção de profissionais que já pesquisaram (por meio da rede de contatos, de sites de vagas ou pelo LinkedIn), e preenchem novas oportunidades sem nem precisar publicar um anúncio para a empresa.

Por isso, este terceiro passo é o que mais demanda tempo, porém também é o que mais traz benefícios a longo prazo, já que você pode receber novas mensagens de recrutadores sobre vagas extremamente qualificadas de tempos em tempos.

Dependendo do seu caso, pode ser que você nem passe por ele nessa fase inicial da busca e consiga um trabalho logo no passo 1 ou 2.

Mas, independentemente de conseguir uma oportunidade ou não, você ainda deve considerar essas ações que eu vou listar a seguir, já que elas te ajudam a mostrar o seu talento e divulgá-lo para o mundo!

  • Monte um portfólio online (e offline, dependendo da sua profissão): é possível fazer isso por meio de diversas ferramentas gratuitas
  • Escreva artigos demonstrando sua expertise no assunto relacionado com a sua área, comentando alguma notícia, case de sucesso etc. no LinkedIn ou no seu próprio blog pessoal e divulgue nas redes sociais e sites relevantes sobre sua área
  • Se você for arquiteto, artista, ou designer (por exemplo) crie uma página própria nas redes sociais divulgando seu trabalho e até mesmo o making-off para chegar aos seus resultados
  • Participe de conferências, feiras e outros eventos relacionados ao mundo trabalho ou à sua profissão para fazer networking e conseguir contatos interessantes para sua carreira
  • Ofereça-se como voluntário para ensinar algo sobre o qual você sabe muito relacionado com seu trabalho ou a sua formação em universidades, instituições ou comunidades – isso pode acrescentar muito em seu currículo!

Apesar de dar mais trabalho, é bem interessante fazer esse tipo de processo pelo menos uma vez – já que muito do que é feito é aproveitado em oportunidades futuras à que você estiver tentando no momento. E a vantagem é que esse tipo de iniciativa faz com que contatos cheguem até você o tempo todo!

Eu sempre quis construir um perfil do qual em vez de me candidatar, os recrutadores é que chegariam até mim. E com apenas algumas das ações que eu descrevi sendo colocadas em prática no meu caso, isso tem acontecido com cada vez mais frequência e as oportunidades são cada vez melhores.

Espero que essas dicas te ajudem a finalmente sair das estatísticas do desemprego – seja como um CLT, freelancer ou temporário, já que a intenção agora é continuar gerando renda e obter novas experiências para incrementar seu currículo.

Se você está em desses passos, conte aqui nos comentários como tem sido sua experiência!

Créditos da imagem: Freepik

21 de março de 2020 0 comentários
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Currículo

Aceitar ou não uma nova oferta de emprego? Como analisar uma proposta de trabalho

por Adeline Daniele 28 de janeiro de 2020
escrito por Adeline Daniele

Uma vez uma amiga me contou que estava com problemas para tomar uma das decisões mais difíceis da vida profissional: ela tinha recebido uma oferta de emprego em outra empresa, porém havia acabado de começar a trabalhar em um novo lugar e estava gostando da experiência.

Tentando ajudar, fiz algumas perguntas para ela a fim de motivá-la a pensar em quais características mais tinham a ver com seus objetivos no momento.

Perguntei sobre salário, perspectivas de crescimento e etc…Mas, essas questões levantaram ainda mais dúvidas: o que fazer quando as duas ofertas de trabalho demonstram ser boas oportunidades de carreira? Como saber se aquela determinada escolha é a mais adequada?

Olha, certamente nem o profissional de RH mais preparado do mundo poderá decidir por você.

A ideia de emprego ideal é diferente para cada pessoa e nada garante que ao aceitar uma dessas duas propostas você se sentirá feliz para sempre: pode ser até que uma das ofertas seja mais adequada daqui uns anos, quando suas experiências já amadureceram o suficiente para assumir determinado papel.

E pode ser também que naquele momento você precise de um clima de trabalho mais flexível, para poder se dedicar aos estudos ou a um novo projeto.

Pensando nessa infinidade de possibilidades, fui atrás de mais pesquisas sobre este assunto e me dei conta de que muitos especialistas e até pesquisadores sugerem que o profissional avalie não só o salário e o tamanho da companhia, mas uma série de outros fatores.

Existe até um método de pontuação, no qual a oferta que mais tiver notas altas deverá ser escolhida.

Bem, eu achei esse critério ainda mais complicado, pois determinar esses números me pareceu mais difícil do que simplesmente fechar os olhos e apontar para um dos papeis embaralhados em cima da mesa.

Por isso, pensei em quebrar esse processo de análise focando em 3 temas que são considerados muito importantes antes da tomada de decisão. Continue lendo para saber:

  • Como pesquisar sobre a reputação das empresas
  • Como analisar um emprego do ponto de vista financeiro
  • Como avaliar os objetivos profissionais de uma oferta de emprego
  • O que fazer antes de tomar a decisão

Como avaliar uma nova oferta de trabalho?

1: Comece pela reputação da empresa

Já ouviu aquele ditado que diz nem tudo que reluz é ouro ? Pois é. Na hora de fazer a oferta de emprego o recrutador pode te pintar um cenário maravilhoso, contando sobre como é a empresa e os seus benefícios.

No entanto, nada melhor para saber a realidade de se trabalhar em um lugar do que o próprio feedback dos funcionários que já passaram por ali. Você pode buscar essa informação de diversas maneiras diferentes. Olha só:

Converse com colegas de profissão ou pessoas que já trabalharam ali

Se você tem algum colega que já tenha trabalhado ou que esteja trabalhando na empresa que lhe fez a oferta, nada melhor do que chamá-lo para uma conversa para que ele te conte como é fazer parte daquela companhia.

E se tiver a oportunidade vocês podem falar sobre como é o clima de trabalho, como os líderes gerenciam seus times, se os benefícios oferecidos realmente valem a pena, se a companhia tem plano de carreira para seus colaboradores, e se ela costuma reconhecer e promover os profissionais, entre outros temas que podem ser de maior interesse para você.

Faça uma busca no LinkedIn

Se a companhia tiver uma página no LinkedIn, você poderá ver alguns perfis de pessoas que trabalham ali ou até já ocuparam o cargo que você está disputando.

Nesses perfis é possível conferir a trajetória da pessoa nessa empresa (caso ela tenha ocupado mais de um cargo), os projetos que ela já desenvolveu enquanto trabalhava ali, os cursos que ela pode ter feito pela empresa, referências de quem trabalhou com ela, viagens feitas e até prêmios.

Como no LinkedIn é esperado que os profissionais sejam sinceros na descrição de suas experiências de emprego, dá para ter uma boa ideia do quanto eles evoluíram naquela vaga/empresa.

Consulte sites de avaliação de empresas e salários

Se a internet serviu para trazer mais informação para todos, um dos melhores benefícios que ela trouxe é a possibilidade de pesquisar sobre produtos, estabelecimentos e, claro, empresas! E tudo isso baseado na opinião de outras pessoas que passaram por essa experiência.

Então, uma das melhores alternativas para quem quer conferir se uma empresa é realmente boa é consultar os serviços onde os funcionários publicam feedbacks sobre seus trabalhos.

O Glassdoor é uma das plataformas mais completas para fazer esse tipo de pesquisa – incluindo até reviews de outros usuários sobre processos seletivos para determinados cargos.

Pesquise os valores e a cultura da empresa

Esse item pode não parecer importante, mas faz toda a diferença quando você está decidindo entre mais de uma oferta de emprego.

Aliás, um dos requisitos dos recrutadores nas companhias é que os candidatos se identifiquem com a missão, visão e valores daquela organização.

Essas informações estão sempre disponíveis no site das empresas e marcas. Então, sempre pesquise por esses elementos e veja se você realmente se identifica com eles.

2: Avaliando uma oferta de emprego do ponto de vista financeiro

O salário pode não ser o maior motivo para escolher uma oferta de emprego, mas obviamente ele deve ser levado em consideração. No entanto, não se atente somente ao valor bruto daquela remuneração. Pense em outros aspectos como:

Em que o salário pode ser investido?

Se você ganhasse um salário maior, onde esse dinheiro seria investido? Em um curso de especialização? Em uma casa? Em um carro? Uma viagem? Você iria aumentar seus custos pessoais por conta desse aumento?

Enfim: tente responder para que propósitos você quer tanto dinheiro. É como falei no início deste artigo: de nada adianta você sofrer para ganhar um salário de cinco dígitos se você não for aproveitá-lo e investi-lo da melhor maneira possível. De preferência com um planejamento!

Quanto custará para você trabalhar nessa firma?

Você já deve ter passado pela experiência ou ouviu histórias de profissionais que pagavam para trabalhar.

E é aí que mora o problema: se em vez de te ajudar a remuneração servir apenas para preencher as suas necessidades para que você consiga ficar naquele trabalho, é sinal de que você deve colocar o salário de cada oferta de emprego em uma balança.

Analise quanto você gastaria com transporte para chegar na firma todos os dias, quanto você gastaria para comer (caso a empresa não tenha restaurante), quanto você gastaria para atender às demandas de seu cargo (caso precise de cursos, treinamentos, etc.), e também quanto você gastaria em recursos para trabalhar na companhia. Usar o computador ou carro próprios com certeza aumenta seu custo de trabalho, assim como o uso obrigatório de roupas sociais pode te fazer gastar mais com vestimenta.

Enfim, considere cada centavo que sairia de seu bolso para que você consiga, de fato, trabalhar na empresa.

Essa empresa vai investir em você?

Os itens do tópico acima podem ser facilmente respondidos caso uma oferta de emprego envolva a promessa da companhia de investir no funcionário.

Existem organizações que bancam desde o passe de ônibus até as roupas que a pessoa usará no trabalho.

Se além disso a empresa ainda investe na educação de seus colaboradores, melhor ainda! Afinal, você já viu quanto custa aquele MBA ou aquele treinamento? Caro, né? Investimentos assim fazem com que o profissional se sinta valorizado e ainda consiga sair da experiência de emprego com muitos conhecimentos no currículo.

3: Avaliando os objetivos profissionais

Que atire a primeira pedra o profissional que nunca ouviu aquela perguntinha “Onde você se vê daqui 5 anos?”.

Tudo bem que quando eu ouvi isso eu ainda estava procurando estágio e com certeza eu me imaginava de um jeito completamente diferente do que eu descrevia.

Mas, quando existem diferentes ofertas de emprego disputando pelo seu trabalho, você deve voltar a essa pergunta e tentar respondê-la com muita sinceridade.

Sério, onde você quer chegar daqui um tempo? Os seus objetivos profissionais fazem toda a diferença na hora de optar entre duas ofertas de emprego. Confira alguns fatores que você pode analisar sob essa perspectiva:

Onde esse emprego/ cargo te levará no longo prazo?

Se você busca uma escalada de sucesso em uma empresa, é preciso avaliar o quanto o plano de carreira oferecido em cada vaga poderá te ajudar. Você almeja ser um supervisor, gerente de um setor, diretor? Pesquise sobre a história do atual presidente da companhia e veja de onde ele veio, como ele chegou ali.

Ao trabalhar nesse cargo, que portas abririam para você no futuro?

Subir um degrau na escada de liderança é um item importantíssimo a ser levado em consideração quando se tem mais de uma proposta de emprego em mãos.

Se em uma das ofertas de trabalho você assumirá responsabilidades maiores, esteja certo de que essa experiência poderá contar muito quando você for procurar um emprego em cargos que exigem um certo nível de gestão.

Aceitar uma oportunidade como coordenador, por exemplo, poderá permitir que você dispute vagas de gerência em outras empresas ou até mesmo dentro da companhia dali um tempo.

O quanto você aprenderá nesse novo emprego?

Que desafios e aprendizados uma nova experiência de trabalho te traria? Lembra daquela pesquisa que citei no artigo sobre [mudar de emprego]? Pois é o seguinte: profissionais que enfrentam desafios no trabalho são mais felizes. Ponto.

Eu duvido que você prefira estar acomodado em um trabalho. Aprender coisas novas faz com que a gente continue levantando cedo motivado para trabalhar todos os dias. E um trabalho sem muitas novidades e aprendizados…bem, ele faz com que a gente queira simplesmente pular aquela fase para a parte das férias.

Quando for analisar as duas propostas, tente se informar ao máximo sobre quais tarefas você desempenhará, quais metas deverá alcançar e quais habilidades você precisará usar e adquirir.

Considere também fatores como a possibilidade de mudar de área dentro da empresa e quais chances você teria de aprender com profissionais renomados do mercado.

Ter um mentor que é referência na área ou cargo que você deseja alcançar com certeza fará toda a diferença.

Qual oferta de emprego permite que você tenha mais qualidade de vida e tempo para projetos pessoais?

Todo mundo tem um sonho. E geralmente esse sonho está atrelado a um projeto pessoal. Pode ser um novo empreendimento, a criação de uma solução inovadora, ou a possibilidade de transferência internacional pela própria empresa.

Então, qual seu sonho? Como as ofertas de emprego que você recebeu podem te ajudar a alcançá-lo?

Se você tem o sonho de trabalhar no exterior, por exemplo, confira se a companhia possui filiais espalhadas pelo mundo e se ela tem algum programa de intercâmbio de profissionais entre esses países.

Ou então, se o seu objetivo de vida é construir a sua própria empresa, analise qual das vagas te oferece mais flexibilidade para que você tenha mais tempo livre para se dedicar a esse projeto.

O que fazer antes de tomar a decisão

Você já percebeu que com tantos fatores para pensar, será necessário um tempo até a tomada de decisão, certo? E nesse meio tempo, você obviamente não poderá deixar a empresa às cegas. O que fazer nesse caso?

Peça um tempo para pensar

Nunca diga “sim” ou “não” logo de cara quando receber uma proposta de trabalho. Quando a empresa lhe fizer a oferta de emprego, ela certamente lhe dará um prazo ou dirá que você poderá tirar um tempo para pensar. Isto é, se ela tiver bom senso.

Se ela não te der essa abertura no mesmo momento em que fizer a proposta, então será necessário informar de que você precisará de alguns dias para retornar a ligação.

Não há nada de errado em fazer isso. Ninguém age por impulso e, obviamente, aceitar um novo emprego não é apenas mudar o trabalho para um novo endereço.

Negocie a melhor situação possível

Se você gosta muito do seu trabalho atual, mas ficou tentado a aceitar uma oferta de emprego por causa dos benefícios, oportunidades e salários, agende uma conversa com seu gestor para discutir quais possibilidades você tem dentro da própria firma.

Pergunte a ele quais as chances de promoção em seu cargo, o que você pode fazer para melhorar sua performance e alcançar um bônus maior ou até mesmo negocie um aumento salarial baseando-se nas ofertas que tem recebido. Em muitos casos as empresas cobrem as ofertas para manter um funcionário que valorizam.

Pesquise sobre o mercado

O fator segurança deve pesar muito quando você for aceitar uma oferta de emprego. Pesquise sobre o setor da empresa que está lhe oferecendo o trabalho e analise o quanto ele cresce e apresenta demandas no país. Uma companhia que atua em um mercado em crise provavelmente poderá sofrer grandes mudanças e desligamentos a curto prazo, por exemplo.

Por outro lado, trabalhar em um mercado em expansão abre portas não só para a firma que você estiver, mas também para que você possa participar de projetos diferentes e ainda possa ganhar mais dinheiro com a participação de lucros e bônus salariais.

Lembre-se: nada é para sempre

Se você chegou até aqui e ainda não conseguiu tomar sua decisão, não perca suas noites de sono e nem arranque seus cabelos: mais ofertas de emprego e mais projetos novos vão surgir na sua vida.

Nada é para sempre: até aquele seu sonho pode ganhar novas proporções com o tempo.

Então, não fique achando que só um ou outro caminho te levará para o sucesso: escolha a empresa com a qual você mais se identifica, onde você mais fará amizades e com um gestor que você confie.

Se durante a entrevista você notou que houve muito mais conexão com aquele lugar ou com o líder que te entrevistou, siga sua intuição e seja feliz. 🙂

E aí, você já precisou decidir entre mais de uma oferta de trabalho? Conta como você tomou sua decisão nos comentários aqui embaixo!

28 de janeiro de 2020 0 comentários
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Eu mergulhei no mundo de conteúdos sobre carreira e trabalho em 2013, quando ainda era repórter, e ali me dei conta do quanto a gente sai da escola e da faculdade sem ter ideia de como lidar com o mercado de trabalho.

 

 

Eu mesma tantas vezes me vi em situações “cabeludas”, recebendo menos do que poderia pelo meu trabalho e passando dificuldades para entender o que diabos os recrutadores esperavam de mim no processo seletivo.

 

 

Foram muitos anos de experiência, erros e acertos na minha própria carreira e uma mudança de país que mudaram tudo o que eu penso sobre trabalho. E pra evitar que mais pessoas tenham essas dificuldades, hoje tenho a meta de compartilhar cada aprendizado sobre vida profissional com o máximo de pessoas possível no Brasil e fora dele!

 

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