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Entrevista de emprego

PRIMEIRA VEZ NUMA ENTREVISTA DE EMPREGO: tudo o que você precisa saber!

por Adeline Daniele 12 de fevereiro de 2024
escrito por Adeline Daniele

Você está indo pra sua primeira entrevista de emprego e está surtando, com medo de passar vergonha, de falar alguma coisa errada, sem saber como se preparar e com a cabeça chapada de dúvidas?! Então, vem aqui que eu vou te ajudar.

Já passei pela minha primeira entrevista, meu bem, há muitos anos. Não tantos assim, num sou tão velha. E hoje eu sei o que a gente pode fazer para chegar na nossa primeira entrevista muito mais preparado, com autoconfiança e até sabendo como impressionar os recrutadores mesmo tendo ZERO experiência.

Ficou curioso e curiosa aí desse lado? Então, bora ver como você vai tirar essa virgindade das entrevistas com a maior dignidade possível.

  • O que esperar de uma entrevista de emprego?
  • O que (geralmente) acontece numa entrevista de emprego?
  • Lide com seu nervosismo
  • O mínimo que você precisa saber para se preparar para a primeira entrevista de emprego
  • O que pesquisar antes da entrevista de emprego
  • Postura profissional: como demonstrar profissionalismo mesmo sem ter experiência
  • Na falta de experiência, demonstre interesse e proatividade
  • A importância de levar suas perguntas para a entrevista de emprego

E a gente começa entendendo o que esperar de uma entrevista de emprego

Muito do nosso medo vem da gente nem saber o que esperar direito. A gente acha que a entrevista pode ser que nem aquela prova oral na escola, com aquele professor intimidador que deixa a gente super desconfortável.

Então, antes de mais nada: entrevista de emprego não é provinha, ela é uma negociação. É assim que você precisa entender essas conversas em processos seletivos daqui pra frente.

E acredite: só de ter isso em mente já vai fazer uma baita diferença.

Muita gente fica revoltada, vem aqui nos comentários xingando os recrutadores porque não passou na entrevista, porque acha que tudo não passa de um complô…quando na verdade essas pessoas só tavam chegando pra essa conversa com a atitude e mentalidade erradas.

Você não está lá para “passar no vestibular” e nem impressionar ninguém. Você tá lá pra se apresentar, falar das suas principais competências para aquela vaga e entender se aquele trabalho vai valer pra você também.

Aliás, a expectativa de passar ela só é bacana quando a gente vai pra essa entrevista, conversa sobre a vaga e volta pra casa com a sensação de que a gente realmente quer trabalhar ali. Aí sim vale a pena ter essa ansiedade de ser aprovado.

O que (geralmente) acontece numa entrevista de emprego

E em termos do que acontece ali, naquela salinha insalubre do RH é o seguinte: vocês vão se conhecer, se cumprimentar.

E aí o recrutador ou recrutadora pode ter formas diferentes de iniciar: geralmente essa pessoa vai se apresentar e apresentar a empresa, já passando um resumo da vaga, ou ela pode primeiro pedir pra você se apresentar, fazendo aquela sutil pergunta “fale sobre você” – que aqui eu já te ensinei a responder, aliás.

Geralmente é depois dessas apresentações iniciais que vem a parte mais temid. Sim, eles vão te fazer perguntas. E inclusive vão te perguntar sobre o que você já sabe ou pesquisou sobre aquela empresa em si.

Com isso, você pode esperar que eles tenham perguntas comportamentais: ou seja, como você lida com tal coisa, o que você gosta de fazer, o que não gosta.

E podem ter perguntas técnicas e específicas pra testar algum conhecimento seu: se você sabe usar tal programa de computador, ou se tem familiaridade com tal técnica ou processo. Enfim, isso pode depender bastante da vaga.

Aceite e lide com seu nervosismo

E agora, sabendo como uma entrevista de emprego geralmente funciona, a primeira coisa que você vai fazer é aceitar, abraçar o seu nervosismo.

O nervosismo vai existir, mas isso não significa que você vai mal nessa entrevista ou que vai ser rejeitado. Inclusive, os recrutadores entendem quando a pessoa ainda não tem tanta experiência para estar ali (e os que não entendem, problemas deles, a empresa não te merece se ela tem recrutadores que tiram sarro ou te envergonham por estar nervoso na frente deles).

Porém, não é porque o nervosismo é normal e aceitável que você vai sentar a bunda na cadeira e ficar sem fazer nada, não é mesmo? Pois então, uma das melhores formas de não ter tanto medo assim das entrevistas é se preparar da melhor forma possível!

O mínimo de preparo para uma primeira entrevista de emprego

Veja bem: as empresas podem até entender a nossa falta de experiência, mas isso não significa que elas sejam tolerantes com a preguiça ou falta de atenção.

Por isso: garanta que você vai chegar nessa entrevista com o mínimo de preparo e pesquisa já feitos anteriormente.

Todo coach, mentor, vídeo sobre carreira fala sobre isso e muitos profissionais já estão carecas de saber que o preparo faz toda a diferença.

E vocês aí, mais xovens, da geração depois da minha, sabe?Vocês sabem mexer muito bem na internet para encontrar o que precisam. Sabem desenterrar meme, vídeo, ticoteco, trabalho para a escola…Então é óbvio que aqui eu vou te pedir pra usar esse mesmo esforço pra você se preparar pra essa entrevista.

O que pesquisar antes da sua primeira entrevista

Antes de falar com uma empresa é importante que você procure saber o mínimo sobre ela. Ou seja: como e quando ela foi fundada, o que ela produz / vende, qual tipo de cliente ou de público ela atende.

Também pesquisa a missão, visão e valores dessa empresa, dê uma olhada se tem alguma notícia sobre ela ou artigos que mencionem esse local de trabalho. E grande parte dessas informações você encontra fazendo uma pesquisa no Google e no próprio site daquela companhia.

Outra coisa importantíssima que faz parte da sua pesquisa e preparo, é claro, é você ler muito bem a descrição daquela vaga para a qual você se candidatou.

Dá uma olhada nos pontos que eles estão pedindo, nos requisitos, faça uma pesquisa sobre as ferramentas ou processos mencionados para ver se você tem familiaridade com aquilo. E anote tudo isso, inclusive anote caso você tenha ficado em dúvida sobre alguma coisa escrita ali.

E… como a gente tá falando de primeira entrevista, sabe o que eu faria, de verdade? Eu sei que tem gente que vai achar exagerado, mas eu levaria sim uma mini pastinha com o meu currículo e com a descrição da vaga impressas, se possível, pois caso precise eu tenho tudo ali anotado comigo.

E esse tipo de atitude vai demonstrar uma qualidade importantíssima e que chama a atenção dos recrutadores: a postura profissional.

Como demonstrar ter postura profissional mesmo sem nunca ter trabalhado

Quer saber de verdade por que muitos candidatos são rejeitados logo na primeira entrevista? Não é pela falta de experiência – como muitos saem pensando. Muitas vezes isso acontece porque aquela pessoa não demonstrou postura profissional.

E o que eu quero dizer com isso? Especialmente quando a gente é mais jovem, a gente obviamente ainda não conhece e não adquiriu aquela etiqueta pra lidar com o mundo corporativo e profissional.

E aí o candidato chega na entrevista com uma postura relaxada, ou então não sabe como se comunicar, não sabe se comportar e acaba tendo alguma atitude fora de contexto que causa a sua reprovação.

Não ter experiência no mundo corporativo é super normal. Porém, isso não significa que a gente não deva desde já adotar um comportamento mais maduro com relação ao ambiente de trabalho.

Então, aí vão algumas coisas super importantes pra você impressionar o recrutador e demonstrar que você está realmente levando aquele processo a sério:

  • Seja pontual! Chegue na entrevista no horário. Se possível saia de casa um pouquinho mais cedo para evitar problemas com transporte e para já estar ali na empresa há algum tempo antes de te chamarem para a conversa (isso ajuda no nervosismo!)
  • Vista-se adequadamente: vá com uma roupa adequada, que se identifique com aquele ambiente. Já dei dicas sobre como se vestir na entrevista de emprego e você não precisa nem gastar dinheiro com roupa cara pra causar uma boa impressão.
  • Seja gentil: trate as pessoas com respeito. Chegou na empresa, vá falar com o RH ou com a recepção. Fale um bom dia, boa tarde, se apresente para eles..Enfim, demonstre o mínimo de educação com o pessoal ali (inclusive se tiver candidatos concorrentes aguardando junto com você).
  • Não coma oui masque chiclete durante a entrevista! (parece meio óbvio, mas acontece!)
  • Seja atencioso: preste atenção quando o recrutador estiver falando com você, demonstre que está realmente ouvindo. Falo isso porque geralmente em entrevistas a gente fica nervoso e afoito pensando na próxima resposta que vamos dar, e as vezes perdemos coisas importantes que estão nos passando e que poderiam inclusive ajudar a gente a se destacar.
  • Faça sua autovenda e se imponha: postura profissional também é saber impor seus interesses. Ou seja: você não é um cordeirinho inocente que precisa ser passivo a tudo o que aquela empresa fala. Emprego é troca de serviços, e não favor. Então, não é porque esse vai ser seu primeiro trabalho que você não vai contar quais são seus interesses em estar ali, negociar a sua situação e se posicionar como alguém que vai “vender” o seu tempo pra eles. Nada de chegar de cabeça baixa. Os seus desejos e expectativas sobre como um trabalho ideal deve ser também contam!

Na falta de experiência, demonstre interesse e proatividade

E eu sei que a essa altura você pode tá aí desse lado falando “Ahh mas nem adianta nada, as empresas só vão dar atenção para quem já tem experiência”

Por isso eu tô aqui pra te falar: na falta da experiência, demonstre interesse e proatividade!

Se você fez um bom trabalho pesquisando sobre aquela empresa, você vai saber como se identificar com ela de alguma forma – seja pelo que ela faz e vende, seja por como é o clima ali, ou pela relevância que ela pode ter na sua área.

Para isso, vamos concordar: você não precisa ter experiência! Não ter experiência não significa que você não tenha adquirido já uma certa autonomia pra saber o que você quer aprender, que tipo de empresa seria legal você estar pra aprender sobre essas coisas e qual tipo de cargo você almeja daqui um tempo.

Por isso, você pode ligar as atividades descritas na vaga com coisas que você tem lido sobre ou estudado. Pode comentar sobre o tipo de produto que a empresa vende e contar que se identifica com aquilo. Pode mencionar os valores daquela empresa e contar que também compartilha de valores parecidos.

Leve perguntas para sua primeira entrevista de emprego

Mais uma coisa importantíssima que você já deve destravar logo na sua primeira vez, digo, entrevista: faça perguntas!

Não é porque você está começando na carreira que você não pode ter dúvidas ou certas curiosidades sobre esse trabalho. Na verdade, é justamente quando a gente começa em alguma coisa que a gente mais tem perguntas e precisa de respostas para entender como lidar com tudo aquilo.

E, vou repetir isso pela milésima vez: fazer perguntas sobre a vaga ou empresa para o recrutador não significa ser folgado, ser exigente demais e nem arrogante ou chato.

Na verdade, levar perguntas para a entrevista vai mostrar que você está realmente levando aquele emprego a sério e que tem interesse na empresa e na vaga.

Até porque, mesmo que te expliquem sobre aquele trabalho, você ainda assim pode querer saber como é aquele time, como o patrão lida com os funcionários, qual a complexidade dos projetos que você vai ter ou mesmo as oportunidades de crescimento e aprendizado que teria ali – o que, vamos combinar, é algo super importante para a gente desde o primeiro emprego.

E essas perguntas você pode anotar antes da entrevista, quando estiver fazendo sua pesquisa. Na hora que você estiver se preparando você provavelmente vai ver informações ali que vão te interessar, ou você vai sentir falta de algum detalhe que não foi muito bem explicado sobre aquele trabalho na descrição.

Aliás, respondendo uma dúvida que sempre surge lá no canal: você pode levar suas perguntas anotadas no celular ou no seu papel. Não tem problema nenhum avisar a empresa que você ficou com certas dúvidas e que gostaria de ter ajuda para esclarecer algumas coisas.

Vá sem medo de errar. Mas, se der errado, vem aqui:

E se você tá com medo de cometer erros ou se acabou de ser rejeitada depois da sua primeira entrevista e tá se sentindo mal, eu ainda tenho um afago pra te dar.

Dá uma olhada nos vídeos que vou deixar aqui embaixo pra conferir as piores entrevistas que eu já fiz, e também pra pegar dicas ESSENCIAIS pra quem busca o primeiro emprego.

  • As PIORES entrevistas de emprego e os erros que cometi
  • Primeiro emprego: 5 habilidades para você se destacar quando não tem experiência

Boa sorte pra você, e até a próxima!

12 de fevereiro de 2024 0 comentários
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Currículo

Como ter um currículo atrativo em 2024: chame a atenção dos recrutadores!

por Adeline Daniele 29 de janeiro de 2024
escrito por Adeline Daniele

O seu currículo tem menos de 10 segundos pra captar a atenção dos recrutadores e convencer eles a talvez de chamar pra uma entrevista.

E isso quando a gente está falando dos olhos humanos, porque antes disso ainda tem os robôs que precisam selecionar ele na triagem e achar ele interessante o suficiente para que assim uma pessoa de fato tenha acesso a ele.

Difícil, não é mesmo? E está assim para todo mundo!

Com a tecnologia avançada do jeito que está, nem sempre a aprovação pra próxima fase depende apenas da sua experiência ou da quantidade de cursos e habilidades que tem, mas também de como esse documento foi montado.

Pois é: tem gente com ótima experiência, com histórico impecável sendo deixada de lado simplesmente porque aqueles segundos não bastaram pra convencer nem robôs, nem recrutadores.

E a essa altura a questão é: o que fazer pra ter um currículo que se destaque em 2024? O que será que vai definir se o seu currículo vai ser selecionado ou não pelas empresas?

Eu fui atrás de mais informações, testes feitos e analisei processos seletivos que eu mesma participei para te responder exatamente isso aqui hoje! Por isso, fica de olho nas dicas a seguir para saber como garantir muito mais entrevistas de emprego por meio do seu currículo em 2024!

  • O formato do seu currículo
  • Tratando recrutadores como VIP: a importância do currículo personalizado
  • Por que a escrita do seu currículo importa tanto?
  • Usando a inteligência artificial a seu favor
  • Faça com que recrutadores tenham acesso a seu currículo por bem, ou por mal
  • Não dependa apenas do seu currículo

Então, vamos lá!


Estude o formato que mais faz sentido para sua área

Quem me acompanha há um tempo sabe que eu não sou fã de currículos muito diferentões. Mas, isso não significa que o modelo e formato do seu currículo não possam ser diferenciados!

Áreas como arquitetura, design, comunicação e publicidade, por exemplo, podem sim se beneficiar de um currículo mais criativo.

Então, óbvio que você tem que conhecer a sua audiência e entender que se o recrutador vai ter na frente dele uns 100 currículos pra analisar e a maioria deles têm um formato mais diferenciado e desenhado, é interessante você pensar em como fazer o seu se destacar naquele meio ali.

Tudo isso, claro, sem afetar a legibilidade desse documento. Currículo tem que ser fácil de ler, especialmente pra recrutador que pode descartar a gente em menos de 10 segundos. Logo, nada de letra miúda nem de embaralhar as informações.

É uma questão de empatia também, sabe? Não é frustrante quando você visita uma página da internet buscando uma informação e tem que rolar até lá embaixo ou clicar em mil links para encontrá-la? Com o seu currículo, é a mesma coisa!

E enquanto você pesquisa e conhece mais como são os currículos e a concorrência na sua área, na dúvida, começa com um modelo minimalista, que vai ser fácil de ser escaneado por robôs e ao mesmo tempo direto ao ponto pros olhos dos recrutadores.

Eu já te ensinei a fazer seu próprio documento de currículo do zero passo a passo de graça e sem nem precisar ter Word ou qualquer programa instalado no seu computador. Vai neste vídeo depois que é sucesso!

Currículo personalizado: sensação VIP para recrutadores

Fala a verdade: a gente ama quando algum serviço é providenciado praticamente sob medida pra gente, não é mesmo? E, txô te contar: recrutadores também adoram ter aquela sensação VIP de que aquele seu currículo foi montado e escrito especialmente pra vaga que eles estão anunciando!

Até hoje, muita gente ainda usa exatamente o mesmo currículo pra mandar pra várias empresas, tudo igual! Que pecado, senhor!

…E aí depois reclama que nunca é chamada pra entrevista!

Por isso, não tem mais espaço pra esse tipo de atitude no mercado de trabalho. Seu currículo deve ser personalizado pelo menos pra cada tipo de vaga.

Tenta dar aquele toque pessoal, aquela preocupação em demonstrar que você leu a descrição daquela vaga e de que entende pelo menos por cima antes da entrevista o que eles procuram e que você se encaixa nisso!

E tem uma coisa que vai te ajudar bastante nessa empreitada que é a seguinte:

Use a escrita estratégica para impressionar recrutadores

Vamos concordar que existem varias maneiras da gente contar uma historia, certo?

Tem formas muito CHATAS, tediosas e desinteressantes de contar a sua história profissional. E tem formas que podem fazer o recrutador ficar curioso pra te conhecer!

Por isso: CHEGA desse negócio de ter currículo engessado, cheio daqueles termos “responsável por…” ou até de frases prontas daqueles modelos que você baixa na internet, que falam e falam e ao mesmo tempo não dizem nada.

Se você quer um currículo de RESPEITO, vai ter que botar a mão na massa e se esforçar.

As empresas estão de olho em resultados que você pode alcançar, se você vai dar conta de resolver os problemas que elas enfrentam nessa sua área. Elas querem pegar seu currículo e entender se você tem realmente perfil profissional para aquele desafio.

Então, é claro que não é so jogar lá o nome do seu último emprego e apenas descrever algumas atividades.

Tudo o que estiver escrito no seu currículo precisa fazer sentido com sua narrativa profissional, com quem você é e o que você está buscando.

Até porque, se os currículos são selecionados com base em palavras-chave, você tem que passar esse pente fino e otimizar na descrição das suas experiências pra fazer elas baterem com a descrição da vaga.

Para você ter uma ideia do peso disso, dá uma olhada na descrição da mesma experiência feita de forma engessada e padrão, e a outra escrita com estratégia.

Qual dessas versões você achou que mais te valoriza, te empodera como profissional? Pois é. Tá na hora de treinar isso.

Use a Inteligência Artificial

E já que falamos das várias mudanças tecnológicas, é claro que também vale você surfar nessa onda e tirar proveito da Inteligência Artificial para melhorar seu currículo e deixá-lo mais atraente!

E por que é interessante você consultar essas ferramentas? A IA de um ChatGPT ou Bard, por exemplo, vai rodar a internet e te mostrar os caminhos mais procurados, mais frequentes / que mais aparecem por ai e te ajudar a identificar padrões, palavras-chave, potenciais habilidades que podem estar faltando pra sua profissão ou vaga que você quer.

Ela também pode te oferecer dicas, te ajudar a estruturar esse documento, ou até mesmo checar a ortografia e melhorar a escrita dele.

Eu já passei várias dicas de como usar a IA pra melhorar seu currículo e até mesmo a se dar bem na entrevista. Vou deixar os links aqui embaixo pra você ir lá depois, combinado??? Não esquece!

  • Testei o ChatGPT para revisar o currículo e me surpreendi
  • Como usar ChatGPT e Bard para se dar bem nas entrevistas de emprego

Garanta que seu currículo será lido

E depois de tanto esforço pra ter aquele currículo lindinho redondinho e bem escrito, é claro que você não vai apenas enviar ele e jogar a sorte pro universo. Faça os recrutadores verem o seu currículo, por bem, ou por mal!

Pensa bem: se o seu maior inimigo tem sido os robôs da triagem, se nem da primeira parte do processo você passa, bora garantir que alguém vai saber da existência do seu currículo por meios alternativos.

Por isso, entra em contato com a empresa, tenta se destacar na marra. ESFREGA na cara deles praticamente!

Mostra que você se candidatou. Ou, se ainda não se candidatou, envia aquele email proativo com o currículo em anexo, já ensinei como fazer isso inclusive.

Você ainda pode usar sua rede de networking tanto de pessoas com quem trabalhou ou estudou, ou entrar em contato com profissionais dentro do time que você quer trabalhar pra fazer com que eles vejam que você tá ali e endossem o RH a visualizar seu currículo com mais atenção.

Por fim, não se restrinja apenas ao currículo: aumente sua presença profissional online

Isso não só vai trazer mais credibilidade pro seu currículo, como também vai ajudar recrutadores a te encontrar proativamente.

Caso você não saiba, tem gente por aí que nem se candidata pra uma vaga, mas é chamada pra entrevista simplesmente porque tinha um perfil atrativo no LinkedIn.

Não tem nem o que falar: tem profissional de tudo quanto é área se beneficiando dessa rede há anos, inclusive empreendedores e freelancers também, então faz sentido você também ter um perfil ali.

E se você tá perdido e perdida aí com essa rede, eu vou deixar duas sugestões de conteúdos que podem te ajudar a se destacar por lá. Vem aí o combo de currículo e LinkedIn perfeitos!

  • Como ter um perfil atrativo no Linkedin para conseguir emprego
  • [vídeo] As 10 melhores formas de usar o LinkedIn

Até a próxima!

29 de janeiro de 2024 0 comentários
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Entrevista de emprego

5 perguntas para fazer ao entrevistador na entrevista de emprego!

por Adeline Daniele 25 de julho de 2022
escrito por Adeline Daniele

Depois deste artigo você nunca mais vai ficar sem saber o que perguntar pro entrevistador no fim da entrevista de emprego!

Pois é: se engana quem pensa que fazer uma boa entrevista é apenas responder as perguntas do recrutador e tudo fica por isso mesmo. 

Vários profissionais costumam se preparar ao máximo para as perguntas que o recrutador vai fazer, mas se esquecem de que também é importante focar em quais perguntas fazer pro entrevistador.

Afinal, é nesse momento que a gente ganha um certo controle para decidir se aquela vaga realmente vale a pena. 

Além disso, fazer boas perguntas para o entrevistador vai te trazer outras vantagens. 

Por exemplo: você vai ganhar pontos com essa empresa por demonstrar mais interesse e preparo, e ainda vai usar as próprias perguntas que faz para comentar e destacar coisas importantes do seu perfil profissional e se identificar mais ainda com aquela vaga!

Então, leia tudo até o final para saber sobre 5 perguntas para fazer ao entrevistador que vão aumentar o nível de qualidade da sua entrevista de emprego!

Só um lembrete: as questões que listei aqui são bem genéricas, mas não se limite a apenas isso! Você pode se inspirar e formular suas próprias perguntas de acordo com o que faz sentido para você e sua profissão, combinado?

Primeira pergunta: “Esta vaga é nova, ou estou substituindo algum colega/ cargo existente?”

A primeira coisa pra perguntar numa entrevista de emprego é se essa vaga que você vai preencher é nova, ou se ela já existia – ou seja, se vc ta substituindo alguém que saiu desse cargo por algum motivo.

E por que é importante perguntar isso? 

Tem uma diferença e uma dinâmica bem grande quando a empresa está só expandindo e contratando gente nova, e quando ela já tem toda uma estrutura e tá só preenchendo algo que já tinha ali.

Muito provavelmente, quando a gente preenche uma vaga de alguém que saiu muitas questões já estão estabelecidas, e a empresa já sabe quais metas desse cargo e como avaliar um profissional dentro dessas atividades.

Já quando a vaga é completamente nova, muito do que vai acontecer com este cargo ainda tá pra ser “descoberto”.

A empresa pode estar expandindo, o gestor da vaga pode saber qual demanda ele quer suprir, mas a forma como tudo vai ser feito ainda está para ser definido.

Isso significa que talvez exista um pouco mais de liberdade pra você moldar essa vaga enquanto estiver trabalhando nela, já que muitas atividades serão iniciadas do zero.

Mas também significa que você vai precisar aprender muita coisa, e vai ter que alinhar muito bem com seu chefe sobre como vocês vão trabalhar bem juntos.

E não existe melhor ou pior, tá? Tudo depende de como você está acostumado e acostumada a trabalhar e do que você procura profissionalmente.

E dependendo do que eles responderem aí você usa um desses argumentos que eu citei aqui: que você gosta de criar coisas novas, ou que prefere trabalhar e seguir num ambiente mais seguro em que tudo já seja estabelecido.

Segunda pergunta: “Que tipo de perfil ou de colega de trabalho vocês estão procurando?”

Eu A-MO fazer essa pergunta, e é importante fazer ela para o gestor da vaga, ou seja, a pessoa que provavelmente vai ser a sua chefe ou seu chefe.

E o que a gente quer descobrir com isso? Essa pergunta vai te permitir ter uma bela ideia de como é a cultura daquela empresa, e de que tipo de pessoa o time espera ter ao seu lado.

É muito importante, por exemplo, você saber se eles procuram alguém muito sociável, que lida com 300 pessoas o dia todo (e isso pode não ser um bom negócio para quem é introvertido e prefere trabalhar de forma independente). 

Ou se eles querem um profissional mais autosuficiente, com bagagem e repertório suficientes para se virar “sozinho”.

Pode ser que ao responder essa pergunta o entrevistador até mesmo te conte se as pessoas do time têm uma relação legal entre si.

Muita empresa com uma cultura mais descontraída, por exemplo, gosta de contratar pessoas desse mesmo estilo, que são sociáveis e que gostam de participar de eventos ou do happy hour da firma, e tudo o mais.

E então, dependendo de como o entrevistador te responder, você pode jogar um charme e falar: “Nossa, eu me identifico bastante com isso também, pra mim é importante trabalhar com um time de X forma…”

Terceira pergunta: Qual maior desafio de vocês ou principal problema que estão tentando resolver?

Vamos combinar, essa é auto explicativa, né? Não sei você, mas eu gosto de saber qual o tamanho do pepino que eu vou assumir se eu for contratada para trabalhar ali.

E nada melhor do que já jogar a real e pedir para que o entrevistador te explique onde que o calo mais está doendo!

Pode ser que eles tenham um baita projeto para ser lançado e estejam com dificuldade em alguma parte ali, por exemplo.

Então, é interessante ter uma descrição do tipo de maior problema que você teria que enfrentar, e a partir da resposta que te derem você pode até mesmo comentar se já passou por desafios parecidos e mostrar que você poderia acrescentar algo de importante para resolver o problema dessa empresa.

Quarta pergunta: “O que vocês mais gostam sobre trabalhar nessa empresa?”

Essa vai te ajudar a entender um pouco mais sobre os benefícios de trabalhar numa determinada companhia, segundo os próprios funcionários dela.

É mega interessante ver como as pessoas respondem a isso, pois cada uma pode te contar uma coisa diferente..

Pode ser que o entrevistador descreva alguns benefícios legais que estão inclusos no pacote salarial. Que fale sobre o escritório, ou sobre o ambiente de trabalho, as oportunidades de crescimento e aprendizado, enfim…

E a partir disso você vai conseguir entender e comparar se o que essas pessoas falam estão dentro do que você também procura num trabalho.

Quinta pergunta: “Qual é geralmente o próximo passo ou plano de carreira para esse tipo de cargo na empresa?”

Essa pergunta tem bastante a ver com os possíveis planos futuros que você vai fazer sobre aquele emprego.

A ideia é o entrevistador de contar como geralmente eles promovem os funcionários internamente, ou dele pelo menos te dar uma ideia de quais caminhos dá para seguir a partir daquele cargo.

Além disso, você também vai perceber o quanto de estabilidade esse potencial emprego teria.

Da última vez em que eu participei de uma entrevista, por exemplo, eu estava buscando muita estabilidade

Então, eu fiz perguntas desse tipo pra entender o quanto eu podia pensar nesse cargo no longo prazo, e também pra ver se com isso eles já demonstraram que pode ter um plano de carreira e de promoção bacana.

Agora, presta atenção nessa dica de OURO aqui

Muitos entrevistadores têm uma agenda e tempo limitados para conversar com você. 

As entrevistas podem durar alguns minutos ou até meia hora, e muitas vezes pode não dar tempo de você levar uma lista muito extensa de perguntas para você fazer no final.

O que eu recomendo fazer nesse caso é priorizar as perguntas de acordo com o que é mais importante saber sobre essa vaga.

Ou priorize de acordo com qual questão você pode levantar para que você comente coisas importantes que vão te ajudar a se destacar ainda mais no processo seletivo. E tem hora que essa estratégia é tiro e queda!

Agora, comenta aqui embaixo: você já sabia o que perguntar numa entrevista de emprego? Tem alguma outra pergunta criativa para entrevista que você costuma usar?

  • Ah, mas Adeline eu mal sei responder as perguntas que me fazem, quanto mais perguntar!

Tudo bem, eu já fiz conteúdo sobre isso e você pode ir lá AGORA pra treinar suas respostas para várias perguntas:

  • Assista agora o vídeo: 5 perguntas e respostas de entrevista de emprego
25 de julho de 2022 0 comentários
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CurrículoUncategorized

7 erros que eu cometia no meu currículo: veja se você não está cometendo também!

por Adeline Daniele 18 de julho de 2022
escrito por Adeline Daniele

Apesar de ser normal a gente levar vários “Não” em processos seletivos, pode ser que a gente também seja parte do problema e esteja cometendo certos deslizes que fazem com que a gente seja eliminado do processo e sequer somos chamados para entrevista.

E ora se não é fazendo um exposed dos erros que eu cometia no meu próprio currículo que eu vim aqui hoje te passar algumas lições?!

Pois é, então já abre o seu currículo aí desse lado para você revisar e vem ler este artigo até o final para saber quais são os 7 erros que você não deve mais cometer no seu currículo!

Erro 1: Não colocar objetivo ou resumo profissional

O primeiro erro que eu cometia é: não ter um resumo ou objetivo profissional no currículo.

Eu geralmente já partia dos meus dados de contato para minha formação e outros itens achando que isso era o suficiente.

E então, quando o recrutador ia ler aquele documento ele não entendia direito de onde eu vim e para onde eu quero ir. Minhas informações ficavam um pouco “jogadas” no papel.

Porém, esse elemento é super importante pras empresas saberem logo de cara se a gente tem realmente perfil para aquela vaga. E as chances são de que eu fui descartada muitas vezes nos processos seletivos porque eles não conseguiram identificar isso muito bem no meu currículo.

Por isso, hoje em dia eu tenho uma parte de resumo profissional de no máximo umas 3 linhas, contando quantos anos eu tenho de experiência e listando cerca de 3 ou 4 coisas mais importantes que eu faço na minha área.

Se você baixou um modelo de currículo pronto para preencher, fica de olho se ele já tem essa informação ou se tem espaço pra você adicionar.

E o que colocar no objetivo profissional ou no resumo? Para quem tem pouca experiência, geralmente se coloca lá no objetivo a área que você tem maior interesse em trabalhar ou que tipo de atividades você exerce ou quer exercer.

Erro 2: Não identificar nem colocar palavras-chave no currículo

E um outro motivo pelo qual o objetivo ou resumo profissional são tão importantes me leva a te contar meu segundo erro: não colocar palavras-chave no meu currículo, sendo que um lugar bem bacana pra fazer isso é justamente essa parte!

Para quem não sabe, palavras-chave são os termos, relacionados com o seu cargo, com a atividade que você exerce ou a sua área que são mais importantes em uma vaga.

Então, por exemplo, se no anúncio de uma vaga você vê que a empresa procura um Coordenador de Finanças, essa é uma das palavras-chave que precisa ter no seu currículo.

Ou ainda, se nos requisitos da vaga eles pedem experiência em processamento de pagamentos, então isso também é um termo que seria legal você incluir caso você tenha conhecimento ou já tenha participado de atividades desse tipo.

Erro 3: Colocar muitas informações pessoais

Agora, tem uma coisa que eu aprendi só depois de alguns anos e é um dos deslizes que os profissionais mais cometem, que é COLOCAR INFORMAÇÕES pessoais DEMAIS no currículo!

A gente tem esse costume meio errado de pensar que “informação nunca é demais”, mas quando se diz respeito a esse tipo de documento, eu hoje em dia tomo muito mais cuidado e eu recomendo que você faça o mesmo.

Por exemplo: em todos os meus modelos mais antigos de currículo eu costumava colocar meu endereço completo. Eu demorei um tempo pra me dar conta de que eu não tenho obrigação de colocar esse dado no meu currículo.

Até porque, o lugar onde você mora não deveria – em teoria -influenciar a decisão do recrutador em prosseguir ou não com seu perfil no processo de seleção.

Eu falei sobre esse problema também com relação ao LinkedIn. Já vi muita gente anexando o arquivo de currículo completo por lá, deixando seus dados de forma pública para qualquer pessoa ver – incluindo pessoas que você não tem na sua rede.

E eu achei importante falar sobre isso pois tem gente que vai além, e às vezes adiciona RG, CPF, o nome do banco onde tem conta… Imagina se isso cai na mão de alguém mal intencionado?!

Tudo isso é dado privado e que na maioria das vezes você só precisa fornecer quando a empresa já te contratou e te registra no sistema.

Então, verifique se você não está ocupando espaço no seu currículo com informação em excesso.

Em vez do endereço, você pode deixar só o bairro ou região onde mora e isso deve ser o suficiente na maioria das vezes – e quando não for, o recrutador vai pedir isso diretamente para você.

Erro 4: Ser prolixa ao descrever experiências no currículo

Aliás, com isso que acabei de falar sobre informaçõres em excesso, tudo o que a gente não quer que nosso currículo seja é PROLIXO, um outro erro que também já cometi.

E isso acontece porque a gente não entende que o objetivo desse documento não é impressionar pessoas com quantidade e mil páginas de currículo.

Ter várias experiências profissionais no currículo é legal, mas se nenhuma dessas experiências tiver qualquer coisa a ver com a nova área ou vaga que você vai se candidatar, não adianta muito.

Pensa assim: quando a gente envia esse arquivo de currículo para uma vaga, o recrutador que for ler ele só quer saber de uma coisa: 

– “Esse ser humano aqui daria conta desse cargo que eu tô divulgando? Vale a pena eu apresentar esse candidato pro gerente da área?”

Então, fica de olho aí: todas as informações que são desnecessárias para vaga ou para sua área de interesse devem ficar de fora desse documento. 

Com o tempo, conforme eu ia atualizando meu currículo eu percebi que, por exemplo, só de usar as palavras-chave mais importantes isso já me ajudava a ter um conteúdo mais focado e sucinto.

E então fui melhorando tanto a forma de descrever minhas experiências no currículo, que para você ter uma ideia hoje em dia minhas experiências de trabalho só aumentaram, e eu continuo tendo um currículo com no máximo duas folhas, informando apenas as três ou quatro últimas experiências e vi que isso funciona demais pra mim.

Isso não significa que se você teve poucas experiências profissionais você vai remover aquelas que não têm relação com a vaga para a qual vai se candidatar. 

Nesse caso, atente-se para a descrição das suas atividades em empregos anteriores e tente relacioná-las ao máximo com os requisitos da nova oportunidade.

Erro 5: Não falar sobre RESULTADOS que eu alcancei nos empregos anteriores

E o meu currículo só chegou a um estado mais otimizado quando eu também parei de cometer um outro erro: não falar dos resultados que eu gerei ou do impacto que eu tive nos meus empregos anteriores.

Tem currículo antigo que eu leio hoje em dia e penso: nossa, eu falei e falei e não disse nada, porque eu estava focada em só descrever atividades que eu tinha nos cargos antigos, e não o impacto real que eu tinha gerado ali.

Vale lembrar que nem sempre impacto precisa ser ligado a números, porcentagens fortes!

Pode ser apenas o fato de você ter coordenado algo, de ter liderado um projeto do começo ao fim pra melhorar algum ponto específico que a empresa precisava.

E então, o segredo para fazer com que isso seja interessante pro recrutador ler é você usar técnicas melhores para descrever suas experiências.

Já tem um conteúdo aqui que eu fiz só sobre como escrever um bom currículo, e lá tem o PULO DO GATO no uso de palavras que pode transformar a sua narrativa profissional da água para o vinho!

Só para você ter noção, eu vou te mostrar a diferença que isso fez em apenas uma das experiências que eu descrevia:

Num trecho de um currículo antigo, por exemplo, você pode ver que eu só descrevi puramente as atividades do meu cargo:

E esse currículo, infelizmente quando eu atualizei eu já tava me candidatando pra fora do Brasil, então ele está em inglês. Mas, eu traduzi a revisão que fiz nele para vocês verem lado a lado a diferença que faz a descrição de um único emprego no seu currículo quando ela é focada em resultados e em mostrar que você de fato executa coisas, projetos e traz algum valor para a empresa.

E olha que dava pra melhorar ainda mais! Hoje em dia eu tento usar o mínimo possível o termo “responsável por…” , e como já citei aqui, eu explico como substituir essa expressão no vídeo sobre como escrever um bom currículo.

Erro 6. Não atualizar o currículo com frequência

E o sexto erro, ele pode ser a raiz dos problemas anteriores que eu já falei aqui, que é a gente não atualizar nosso currículo com frequência!

Bom, antigamente, era normal o currículo ser feito e impresso em papel, pois muitas pessoas deixavam esse documento nas recepções das empresas ou levavam com elas para entrevistas.

E é claro que era mais complicado você ficar atualizando ele toda hora, né? Porque haja custo de impressão e de lan house pra quem não tinha computador em casa.

Só que hoje em dia a dinâmica de criação e de entrega de currículos já é bem diferente e já é 100% digital para muitas profissões. Dá pra criar currículo 100% online e até pelo celular!

Então, não tem mais desculpa pra você entregar um currículo desatualizado, engessado e com informações de anos atrás.

E, por sorte, esse foi um erro que eu cometi por pouco tempo. Pois quando eu via que nenhuma candidatura minha estava dando certo, eu revisava meu currículo e tentava melhorar para as próximas vezes.

Erro 7: Não personalizar o currículo de acordo com a vaga ou área de interesse

E falando em atualizar currículo, esse tema me leva a expor o sétimo e último erro que eu já cometi no meu currículo.

Eu confesso que quando descobri e corrigi este erro, um mundo de oportunidades se abriu na minha vida profissional.

Veja bem: apesar de eu manter meu currículo sempre atualizado com as novas experiências ou cursos que eu fazia, eu somente adicionava novas informações e nunca alterava nada na descrição das minhas experiências.

E o que acontecia? Eu sempre enviava meu CV sabendo que eu preenchia os requisitos para a vaga, porém quando eu não era chamada para a entrevista, eu ficava super frustrada sem entender o que estava acontecendo! 

Até que, depois de estudar um pouco mais, eu percebi qual era o problema: eu não estava personalizando meu currículo de acordo com a vaga ou área para a qual eu estava me candidatando.

Por exemplo: muitas vezes eu me candidatava a vagas focadas em atividades técnicas para sites da web. Porém no meu currículo eu não deixava evidente que eu realmente já tinha trabalhado com coisas parecidas ou que tinha conhecimentos em certas ferramentas. 

Como meus cargos anteriores foram oficialmente como repórter e/ ou criadora de conteúdo, eu apenas falava que tinha trabalhado com conteúdo web e achava que isso era suficiente. 

Porém, eu tinha outras experiências ou atividades naqueles empregos anteriores que eram técnicas, sim! Eu só não estava citando e destacando todas elas para demonstrar isso ao recrutador.

Às vezes tudo é uma questão de reler o nosso currículo sob a perspectiva de uma pessoa que não nos conhece e nem nunca conversou com a gente, portanto ela não saberia o contexto em que você estudou ou trabalhou. 

Pense assim: se não está escrito ali, ela não vai entender. Nada fica subentendido, então sempre evidencie ao máximo tudo o que você fez ou faz de relevante e que esteja dentro da descrição das vagas que você deseja conquistar.

Para você ter ideia, na última vez que eu busquei emprego eu me candidatei para apenas uma vaga. Apenas uma. E eu consegui aquele emprego e estou nele hoje!

Quer saber como eu fiz isso? Vem assistir este vídeo onde eu conto como você pode revisar e focar seu currículo em cada vaga ou área do seu interesse.

Não se torture por cometer erros no currículo! Apenas melhore para as próximas oportunidades

Eu quero deixar claro pra você que de forma alguma eu culpo a Adeline do passado por não ter conhecimento o suficiente ainda sobre currículos e processo seletivos.

E nem você deve se culpar se você tiver cometido esses erros! Muito menos esconder eles. Faz parte, e a gente só aprende com o tempo e conforme passamos por novas experiências.

Inclusive, foi só graças a esse monte de c*gada que eu aprendi errando que eu estou te trazendo essas dicas hoje, não é mesmo?!

E só o fato de você estar neste artigo estudando e tentando melhorar seu currículo hoje já te deixa um passo adiante do tipo de emprego que você quer.

Aliás, caso você ainda não tenha visto, já tem vários artigos e vídeos sobre currículo por aqui e no canal do YouTube, então corre nos dois links aqui embaixo para conferir todos eles:

  • Clique aqui para conferir todos os artigos sobre currículo deste blog
  • Clique aqui para assistir a playlist completa com dicas de currículo

Até a próxima!

18 de julho de 2022 0 comentários
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Conseguir emprego

Erros no LinkedIn? PARE de fazer estas 3 coisas agora!

por Adeline Daniele 11 de julho de 2022
escrito por Adeline Daniele

3 coisas que você deve parar de fazer AGORA no Linkedin. Porque elas são erros? Não necessariamente, mas porque não precisa e porque tem coisa melhor que você pode fazer no lugar delas, principalmente se você quer conseguir um emprego por meio dessa rede! 

Vem ler este artigo até o fim para descobrir se você não tá perdendo o seu tempo com iniciativas desnecessárias e se prepara aí pra saber como usar o LinkedIn de uma forma melhor daqui pra frente.

1. Pare de anexar seu currículo no LinkedIn

Primeira coisa: para de anexar seu currículo tanto no seu perfil do Linkedin quanto nas postagens que você faz.

Sério: se você anexou seu arquivo de currículo completo deixando ele público no seu perfil no LinkedIn ou escreveu um post anexando o seu currículo nele avisando que você está procurando emprego…Pode excluir ele de lá agora! 

E existe MAIS de um motivo pra você não precisar ter esse documento ali. Primeiro, porque você tem que considerar a questão da segurança dos seus dados.

Apesar de ter informações consideradas como inofensivas para compartilhar, o currículo é uma coisa mais pessoal e “privada” sobre a sua trajetória profissional.

Eu já vi muita gente compartilhar que está procurando emprego e anexar o currículo com TUDO ali: RG, número de telefone celular, endereço completo, estado civil, idade, e-mail (isso quando não tem ainda mais coisas pessoais que nem precisavam estar ali).

E, veja bem: LinkedIn é uma rede disponível para quase todo mundo que tem internet, e na internet não tem só recrutador e só profissional. 

Portanto, divulgar suas informações tão pessoais de forma tão “fácil” pode servir como banquete para internautas mal intencionados ou criminosos que aplicam golpes por telefone ou até mesmo usam seus dados para tentar acessar sua conta bancária.

E o segundo motivo para você parar de fazer isso hoje: porque não funciona! 

Colocar seu currículo dessa forma no seu perfil, sem ele estar direcionado e personalizado pra vaga que você quer se candidatar, é uma perda de tempo.

Os recrutadores das empresas interessados em contratar não vão sair fazendo download de currículo de todo mundo para ler, eles já têm uma penca de currículos para revisar das próprias vagas que divulgam.

Em raras situações, eles podem até ver o seu perfil, achar interessante e aí caso eles tenham interesse em você pra alguma oportunidade que tem em aberto na empresa, eles vão te enviar mensagem e vão pedir seu currículo ou te convidar para uma primeira entrevista.

Então não se preocupa em divulgar seu currículo dessa forma no LinkedIn.

Mas, Adeline, o que fazer no lugar disso, então?

É redundante demais você anexar seu currículo porque no LinkedIn cada informação profissional sua já tem seu lugar específico quando você cria um perfil por lá.

Ali você encontra todos os recursos e as sessões necessárias para você preencher com sua trajetória e você pode colocar até mais coisas do que o que tem no seu próprio currículo!

E o melhor: isso tudo fica categorizado da forma correta e ajuda os recrutadores a te encontrarem na busca quando eles pesquisam por determinadas palavras-chave, competências ou até pelos idiomas que você fala!

Enquanto que se você anexa uma imagem ou um PDF ali, isso não ajuda seu perfil a rankear melhor nas buscas, entende?!

Logo, o seu tempo vai ser muito mais bem gasto se você trouxer o máximo de informações profissionais relevantes pro seu perfil no LinkedIn, preenchendo cada sessão adequadamente.

E aí vai um lembrete importante: não coloque dados pessoais nem no seu perfil: endereço, telefone celular, RG, CPF, etc. Aliás endereço completo é algo que você não DEVE deixar nem mesmo no seu currículo – no máximo o bairro ou região onde você mora.

Isso vai tornar sua experiência online mais segura e vai deixar claro para o recrutador de onde você vem, caso isso sequer venha a ser uma informação importante pras empresas – o que eu acho que salvo alguns casos, não deveria, né.

2. Quantidade não é qualidade: pare de adicionar contatos aleatórios no LinkedIn!

A segunda coisa que você não precisa fazer no LinkedIn é sair adicionando todo mundo pra ter 500 mil conexões.

Eu já falei sobre isso aqui e lá nos vídeos do canal: LinkedIn não é Facebook. O número de contatos não é o que importa pra você ter um bom perfil profissional. E sim a QUALIDADE desses contatos que você tem.

Então, não é para se cadastrar na rede e adicionar todos os seus amigos e pessoas aleatórias só porque elas aceitam.

Eu vejo gente fazendo isso toda hora e isso só te afasta ainda mais de ter uma rede de networking boa pra sua profissão.

Além disso, imagine só, eu acabei de falar para você não anexar seu currículo por questões de segurança, e aí você vai lá e ainda por cima adiciona QUALQUER pessoa na sua rede? Ah, não, né?!

O que fazer no lugar de adicionar mil contatos no Linkedin

Em vez de fazer isso, procure se conectar com pessoas que estudaram ou trabalharam com você, ou que pelo menos tenham alguma coisa a ver com a sua área.

Claro que você pode adicionar pessoas que você não conhece, desde que exista algum vínculo profissional interessante que possa ser criado. Por exemplo, essa pessoa pode ser da área que você tem interesse em trabalhar.

Pode também adicionar pessoas ou recrutadores que trabalham em empresas que você tem interesse em se candidatar, porque aí você fica por dentro das oportunidades ali.

E aí você pode me dizer: Ah, Adeline, mas e se for alguém que eu gosto e que posta coisas legais no Linkedin?

Tem uma solução super simples pra isso. E não funciona só com gente super famosa: você não precisa adicionar a pessoa caso ela não seja tão relevante para sua área e profissão. Você pode apenas seguir ela e assim os conteúdos que ela posta vão aparecer para você!

Quando você entrar no perfil de alguém, em vez de clicar em Conectar , vai no menu Mais e ali você encontra a opção para seguir aquele perfil.

Inclusive, se você algum dia me achou por lá, você pode fazer isso também, me seguir em vez de adicionar. 😉 

Dessa forma você não vai ter colocado ninguém “estranho” na sua rede de networking e vai poder continuar consumindo os conteúdos e ver as atualizações de quem você quiser na sua timeline.

3. Não faça posts pedindo emprego no LinkedIn

Ai, essa chega a doer! Presta atenção aqui: para de marcar empresas em posts dizendo que você tá procurando emprego! Pare AGORA!

Essa é uma tendência que muita gente tem seguido porque dá bastante curtida na rede social, já que muitos recompartilham e tudo o mais.

Você já fez isso ou já viu o post de alguém fazer: eu tô falando daqueles posts em que a pessoa anuncia que ta procurando emprego e abaixo marca uma lista enorme de empresas.

E, assim, pode até ser que ajude, mas na maioria das vezes sabe o que que você ganha fazendo isso?

Praticamente nada.

Embora esse post seja muito popular, ele vai muito naquela onda das recompensas instantâneas que enganam a gente. É outra perda de tempo.

No máximo o que vai acontecer é as empresas que você marca te responderem com uma mensagem pronta falando o que??? Para você entrar no site delas e se candidatar às vagas que tem em aberto!

As companhias não vão te ligar, nem abrir vagas do nada e nem te contratar só porque você digitou um “@”  e chamou a atenção dela ali.

Então, legal que você recebeu alguma resposta, mas isso não te garantiu nenhuma entrevista, não te garantiu uma conversa com recrutador, muito menos uma oferta daquela empresa. Ela no máximo vai te passar o link da página “Trabalhe conosco” dela, poxa!

O que fazer em vez de marcar empresas no LinkedIn, então?

Calma! Eu não estou dizendo que você não deve tentar acionar sua rede de networking falando que tá em busca de oportunidades, até porque eu mesma já dei esse conselho em um conteúdo sobre como conseguir emprego rápido.

Mas, existem formas melhores e mais personalizadas de você fazer isso pra colher algo um pouco melhor do que uma resposta “semi automática”. 

Você pode, por exemplo, já ir no site dessas próprias empresas que você quer marcar no seu post, ver quais vagas elas têm em aberto, SE CANDIDATAR pras oportunidades de forma personalizada e focada, e aí sim, você pode depois tentar encontrar os recrutadores dessas companhias e enviar uma mensagem pra eles falando que você aplicou para vaga X e que você gostaria muito de bater um papo com eles sobre como você pode ajudar a empresa com as suas experiências e tudo o mais. 

Inclusive, eu já dei esse exemplo num outro conteúdo sobre como enviar currículo por email, com um modelo de mensagem matador para você convencer recrutadores a te chamar para entrevistas! Você já viu? Vou deixar o link aqui embaixo:

Como enviar currÍCULO POR EMAIL? EXEMPLO DO QUE ESCREVER

Eu te garanto que essa é uma forma muito melhor de usar o seu tempo, porque mesmo quando as empresas te respondem, quem está comentando lá não é recrutador, e sim alguém responsável por administrar as redes sociais delas. Essa pessoa nem vai analisar seu perfil, sabe?

Então, da mesma forma que não é necessário anexar currículo por ali, o LinkedIn já tem uma opção que avisa pra sua rede que você está procurando emprego.

Ou seja: você nem precisa fazer um anúncio de fato se não quiser.

Mas, olha, se ainda assim você quiser fazer uma postagem pra dar mais visibilidade pro seu perfil, o que EU sugiro – e que talvez seja mais interessante – é você falar com colegas, e ex-colegas de trabalho.

Você vai chegar nessas pessoas dizendo exatamente em que área você tá buscando trabalho e pedir pra essas pessoas te avisarem caso elas vejam algo em aberto na empresa delas.

E enquanto você faz isso, não se esqueça de ter um currículo e um perfil bem personalizados para essa área também!

Se você quer saber mais sobre como otimizar o seu perfil no Linkedin para aumentar suas chances de conseguir entrevistas de emprego, já tem um post e vídeo aqui no blog com dicas essenciais pra você ter um LinkedIn atrativo.

Lembra que quanto mais focado você for na sua área, na empresa que você quer trabalhar e nas vagas que já estão em aberto, maior vai ser o seu retorno sobre o tempo que você investiu buscando emprego!

Vamos combinar, né? Nessas horas saber usar bem o nosso tempo é essencial. Até porque, não é porque você tá sem emprego que você tá desocupado, não é mesmo?

Você já fez uma ou mais dessas coisas que eu citei aqui hoje?

Procurar emprego é algo bem estressante e a gente sente que precisa tentar absolutamente de tudo pra conseguir uma oportunidade o mais rápido possível.

Mas, como eu contei aqui, nem sempre fazer muitas coisas ao mesmo tempo dá certo. E nem tudo dá certo pra todo tipo de profissional.

Num vídeo lá no canal no YouTube eu já falei exatamente sobre isso e dei dicas para que você saiba onde realmente colocar os seus esforços na busca por emprego e pra você não se sentir sobrecarregado ou sobrecarregada. Depois vai lá assistir!

Agora, me conta aqui nos comentários se você faz ou já fez uma dessas três coisas ou o que você faz em vez delas pra ser mais efetivo na hora de buscar trabalho, combinado?

Até a próxima!

11 de julho de 2022 0 comentários
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Conseguir emprego

Top +10 sites de emprego para você procurar vagas em 2024!

por Adeline Daniele 7 de março de 2022
escrito por Adeline Daniele

Depois de ler este artigo, não vai ser por falta de opção que você não vai encontrar um trabalho. Neste artigo eu vim trazer para você mais de 10 tipos de sites de vagas para você procurar emprego em 2024!

Veja bem: não são ~apenas~ 10 sites, são 10 TIPOS de sites de empregos, o que significa que existem dezenas de opções para cada um desses tipos. 

Eu vou te apresentar sites com oportunidades de tudo quanto é tipo e para tudo quanto é tipo de profissão para você finalmente achar um trabalho ideal pra você. 

Mas, já adianto que não tem mágica e nem truque especial aqui. Assim como eu tive que passar horas pesquisando sobre tudo o que eu vou recomendar aqui, você também vai ter que fazer a sua parte e verificar todas essas sugestões da melhor forma possível pra você buscar vagas online.

Até porque, como eu disse, são mais de dezenas de tipos de opções, eu não testei uma por uma para saber qual o melhor para cada caso. Então, traduzindo: dá seus corre!

Assista ao vídeo completo abaixo ou leia o artigo até o final:

1. Sites de emprego tradicionais

A primeira opção de site para você buscar emprego são os buscadores de vagas online “tradicionais”.

E vou chamar eles aqui dessa forma pela abrangência que eles têm. Pois geralmente esses sites são feitos para receber anúncios de inúmeras empresa (que provavelmente pagam uma taxa para isso), enquanto permitem o cadastro de candidatos para que eles pesquisem e apliquem para essas vagas anunciadas.

Então por isso é interessante considerar essa primeira opção, já que ali você vai ter em um lugar só as mais diversas possibilidades e oportunidades para uma mesma área ou profissão.

Vou deixar aqui o link para alguns desses sites mais famosos que cobrem todo o Brasil:

  • Vagas.com.br
  • Catho
  • 99jobs
  • Indeed

2. Páginas de “trabalhe conosco” de empresas específicas

Por outro lado, quando você sabe muito bem quais tipos de emprego ou companhia está mirando, vale a pena fazer uma varredura pela seção de “trabalhe conosco” de empresas específicas.

Muita gente fica desesperada procurando trabalho e esquece que os próprios sites de empresas também devem ser incluídos na busca por emprego.

Então, é interessante você listar de 5 a 10 empresas bacanas que têm na sua região ou que você tem interesse em trabalhar porque assim você já se cadastra lá, coloca seu CV no sistema deles e pesquisa as vagas disponíveis.

Ah, e importante: mesmo que não tenha vaga pra você naquele momento, pode ser que no futuro ela abra uma oportunidade na sua área e, como seu currículo já vai estar lá, ela pode até mesmo te convidar para uma entrevista sem você nem estar esperando!

3.Sites focados em cada área/ nível de experiência

Além das seções de trabalhe conosco das empresas, você também pode refinar ainda mais sua busca por empregos em sites específicos ou para sua área, ou para o seu nível de experiência.

Por exemplo: se você está cansado ou cansada de só ver vagas que exigem experiência, existem sites hoje em dia que agregam oportunidades somente para jovem aprendiz ou para estágios como é o caso do CIEE ou o Aprendiz Legal.

Uma outra opção muito bacana é você também tentar achar portais que separam vagas literalmente de acordo com as suas necessidades. 

Uma iniciativa muito legal que eu vi, por exemplo, é o portal Deficiente Online que mostra oportunidades para profissionais com necessidades especiais. Se esse for o seu caso, pode ser uma boa opção analisar as vagas por lá!

4. Sites da prefeitura da sua cidade ou sites locais

Até aqui você já viu uma seleção enorme de opções de sites tradicionais de emprego, páginas de trabalhe conosco e sites específicos. Mas, é claro que nessa lista eu não podia deixar de citar os sites da prefeitura da cidades onde você mora!

A maioria das cidades – grandes ou pequenas – têm um portal bem padronizado e eles costumam ter um mural ou páginas online de vagas também.

Então se você nunca considerou essa opção, pode valer a pena fazer uma busca por estes sites, especialmente quando os sites tradicionais de vagas não funcionam tão bem. E, importante: para saber se o site é o correto, você verifica se o endereço dele, ou seja o link, termina com .gov.br.

5. Páginas e grupos de redes sociais 

Outra opção interessante – e talvez inusitada caso você ainda não conheça – são as redes sociais, em especial os Grupos do Facebook.

Fazer uma busca nessas páginas pode ser vantajoso, afinal muitas vezes as pessoas recorrem primeiro a grupos específicos pedindo referência, divulgando oportunidades, pedindo pra cobrir férias, etc.

Então, pode ser uma boa você entrar nestes grupos especialmente se você vive em cidades ou regiões menores onde não há tanta opção de vaga nos meios tradicionais.

Para você saber se existem grupos assim na sua cidade – e muito provavelmente eles existem –  é só digitar na busca do Facebook por “empregos em [NOME DA SUA CIDADE]”.

Além disso, vale lembrar que também existem grupos no WhatsApp, Telegram e aplicativos similares. Mas, pelo amor de Deus, verifica quais grupos são realmente confiáveis antes de entrar, porque tem muito golpe por aí!

6. Linkedin

O LinkedIn não podia deixar de ser citado aqui e ele merece um espaço apenas para ele. Afinal na hora de descrever essa plataforma a gente sempre fala algo como “ela é mais do que uma rede social” e “mais do que um site para buscar empregos”.

A verdade é que essa ferramenta tem sido cada vez mais usada porque ali todo mundo tem a chance de criar uma verdadeira vitrine mostrando suas principais habilidades, experiências e ajuda a vender seu peixe num ambiente 100% feito pra isso.

Muitas empresas, inclusive, têm deixado de anunciar as vagas delas em sites tradicionais para recrutar pelo LinkedIn.

E, ainda digo mais: dependendo da sua experiência e do seu perfil por lá, as oportunidades podem até mesmo vir até você sem você precisar fazer nada! Mas isso, é claro, somente vai acontecer se você tiver um perfil bem otimizado nessa rede.

Se você ainda não sabe do que eu tô falando, eu indico que você assista esse vídeo aqui onde eu mostro como ter um perfil atraente para conseguir emprego usando o LinkedIn.

7. Agências

Dependendo da demanda ou da vaga, algumas companhias optam por contratar profissionais por intermédio de agências ou consultorias de RH.

E o que isso significa para você? Uma dupla chance de ser chamado ou chamada para entrevistas caso você também cadastre o seu currículo nestes sites!

E quando a gente fala em agências e consultorias nessa área a gente não pode deixar de citar os grandes nomes conhecidos no mercado: Robert Half, Randstad e Hays.

8. “Tinder de empregos” – sim, eles existem!

Agora, uma coisa que era novidade até pouco tempo e virou tendência são os sites estilo Tinder: ou seja, eles te ajudam a encontrar o seu par perfeito. Só que no caso o par perfeito é o emprego que mais teria a ver com você!

Das plataformas ativas que eu pesquisei no Brasil eu encontrei a Reachr, a TAQE e a Goowit (mas pode ser que tenham outras específicas para sua região ou profissão).

O principal diferencial dessas plataformas é que elas possuem um algoritmo que faz de tudo para combinar todas as suas informações profissionais com as informações de vagas e empresas para que vocês tenham um match ideal. E essas informações podem ser coletadas tanto por questionários ou perguntas que eles te enviam.

Poréeeem, uma desvantagem destes sites é que para que exista um match muito bom entre você e os empregos eles precisam ter uma adesão muito grande das empresas que se cadastram ali também.

Então, pode ser que por enquanto o leque de opções e de profissões pra isso funcionar bem ainda seja limitado, mas sempre vale a pena dar uma espiada por lá. Quem sabe a sua alma gêmea corporativa não está ali, né?! 

9. Google Jobs

Para facilitar sua pesquisa por vagas online, eu não podia deixar de citar aqui ele, o maior, o grande buscador online: o Google. E ele tem uma funcionalidade bem interessante chamada Google Jobs.

O Google Jobs é uma funcionalidade que agrega oportunidades de emprego dependendo da pesquisa que você faz no próprio Google. Então, ele não é um site de vagas, ele apenas mostra empregos de anúncios diversos na internet (que estejam é claro otimizados para isso).

Esse recurso foi adicionado há uns anos no site do Google e para usá-lo você só precisa fazer uma pesquisa incluindo palavras-chave importantes como o título do cargo que você quer, a sua cidade, e a palavra-chave “emprego” ou “vagas”. Por exemplo: analista de marketing rj, analista de marketing senior em são paulo ou vagas analista de marketing são paulo.

Às vezes você nem precisa colocar “emprego” ou “vagas” e nem mesmo a sua cidade. Se você estiver conectado com sua conta do Google quando fizer a pesquisa, ele provavelmente já vai mostrar vagas perto de você por padrão (afinal, eles sabem de tudo da sua e da minha vida, né! rs)

E aí o que acontece é que na sua busca, muito provavelmente, você vai ver que existe uma caixinha diferente dos resultados tradicionais, e nela vão estar alguns anúncios de emprego.

Se essa caixinha aparecer para você, use os botões de navegação oferecidos para filtrar a sua pesquisa por distância, pela data da publicação do anúncio ou por empresa.

E é aqui que entra uma coisa bem interessante nessa funcionalidade: você pode criar alertas para quando surgirem oportunidades parecidas com essa que você pesquisou! Então, sempre que tiver algo novo, o Google vai te enviar um email.

Esse recurso pode ser uma mão na roda, já que o Google é um buscador de enorme abrangência e com certeza vai ter um raio de possibilidades muito maior do que só um site de empregos, por exemplo.

10. Sites para freelances ou “bicos”

Agora, se na verdade você não prioriza empregos tradicionais no momento e está em busca de algo mais prático para complementar a sua renda, existem também várias opções de sites específicos para bicos e para freelances!

Usar plataformas desse tipo pode ser uma das melhores formas, inclusive, de você ganhar experiência em alguma área que você não tem, de explorar alguma atividade de forma remunerada pra você ver se curte mesmo aquilo, ou de simplesmente ganhar uns trocados extras para aumentar seus ganhos mensais em paralelo ao seu atual emprego.

É importante ressaltar que muitos dos tipos de sites que eu já listei aqui também podem apresentar oportunidades de freelance, mas se você tá a fim de ir mesmo a fundo nesse tema, vale a pena conferir sites como 99freelas,, ou o Freelancer.com.br. Tem também o GetNinjas que abrange vários tipos de trabalhos, inclusive serviços domésticos. 

Para quem sabe ler e escrever em inglês e está a fim de elevar suas experiências a um nível internacional, tem sites de freelance usados por empresas de outros países do mundo todo como a Workana, Upwork e Fiverr.

E aí, em qual desses sites de emprego você vai pesquisar vagas online?

Você já conhecia todas essas opções de sites que eu trouxe aqui hoje? Me conta nos comentários em qual deles você vai se cadastrar!

Aliás, se existe algum outro site que seja mais popular na sua região ou cidade, coloca ele aqui também, pois assim você ajuda quem mora aí perto a arrumar um trabalho mais rápido, combinado?

Boa sorte na sua busca em sites de vagas daqui pra frente, e até a próxima!

7 de março de 2022 0 comentários
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Produtividade no Trabalho

5 regras de etiqueta corporativa para escrever emails profissionais no trabalho

por Adeline Daniele 25 de outubro de 2021
escrito por Adeline Daniele

Eu não sei com o que você trabalha, mas de uma coisa eu tenho certeza: você se comunica com outras pessoas no seu emprego. E muitas vezes essa comunicação é feita por meios digitais, como o email.

Por isso hoje eu vim listar aqui as 5 regras de etiqueta mais valiosas para escrever emails profissionais sem cometer gafes. 

Até porque, quem nunca esqueceu de enviar um anexo, enviou mensagem para a pessoa errada ou até mesmo foi mal interpretado por não ter escrito um email claro e assertivo, não é mesmo?

Então, se prepare para colocar as dicas que eu vou listar agora em prática o quanto antes:

Regra 1 dos emails no trabalho: seja breve e simples

A primeira regra essencial para sobreviver aos emails no trabalho hoje em dia é: por favor seja simples, e seja breve!

Existe até um famoso princípio que você pode usar para isso e inclusive para várias outras iniciativas no seu trabalho. 

É o chamado KISS, ou princípio do “beijo”, e ele vem do acrônimo em inglês que quer dizer: Keep it simple, stupid!

O qual, basicamente em português se traduz em: Mantenha tudo da forma mais estupidamente simples possível! 

Ou seja: se você está precisando escrever emails quilométricos no seu emprego, algo de errado não está certo.

Conteúdos mais profundos, relatórios, coisas com mais formatação que precisam realmente de mais linhas para serem descritas deveriam estar num arquivo separado, que vai em anexo nesse email, e não no corpo desta mensagem.

Deixe as firulas e formatações de lado

E, se estamos falando de ser simples: pelo amor de Deus, não precisa personalizar fonte de email, colocar cor, nada que mexa muito no formato padrão daquela plataforma.

A interface de leitura de emails em vários serviços costuma ser horrível pra ler mensagens muito longas ou cheias de truques de design. Além disso, nem sempre o design que você aplica funciona da forma correta em outros aparelhos e tamanhos de telas.

Além disso, sempre considere se o tamanho da mensagem é realmente proporcional ao tamanho do problema/ projeto que você está relatando. As chances são de que seu email seria muito mais sucinto e direto ao ponto se você revisasse ele de acordo com as seguintes questões:

  • O assunto desse email deixa bem claro qual projeto ou sobre qual demanda eu tô falando?
  • Será que essa pessoa precisa saber de TUDO sobre esse projeto, ou eu só posso falar da parte que ela precisa entregar?
  • Será que eu tô realmente colocando ali exatamente o que eu preciso, em que formato eu preciso disso, e até quando eu preciso dessa ajuda ou demanda?

Revise sempre suas mensagens e corte tudo o que for desnecessário, e assim com certeza você terá um retorno e uma comunicação muito mais eficaz e fluída com seus colegas!

Regra 2 – Escreva emails de forma educada, gentil e atenciosa

Se você vem daquelas famílias que quando te vê de manhã já espera logo um BOM DIA bem humorado ou te pergunta “Qual é, dormiu comigo?”, você vai se identificar com essa regra aqui.

Afinal, ser curto não significa ser grosso. Você pode escrever um email breve e simples, mas ainda assim de forma educada, gentil e atenciosa. E talvez uma das situações em que é mais desafiador seguir essa regra seja na hora de pedir alguma coisa ou de fazer cobranças. 

É por isso que vou utilizar essa situação como exemplo de uma formatação minimamente ideal de email profissional.

A gente sabe que existem dois possíveis cenários a serem encarados especialmente por profissionais no primeiro emprego ou no início de carreira.

Ou essa pessoa tenta ser tão profissional que chega a parecer grossa e inflexível… 

Ou ela amolece tanto e escreve de forma tão calorosa que esquece de incluir detalhes importantes para que aquela mensagem seja realmente eficaz e alcance o resultado necessário.

Eu confesso que eu sou dessas que quando cobra alguém ou pede alguma coisa já envia logo um sorrisinho que é pra dar aquela quebrada. 🙂

Só que, ainda assim, eu não deixo de colocar outras duas coisas importantíssimas na minha mensagem, e que ficaram faltando nesses cenários que eu descrevi agora há pouco: prazo, e a importância de se entregar essa demanda, ou essa tarefa a tempo. Porque assim a pessoa vai saber como priorizar isso na lista de tarefas dela

Então como eu montaria essa mensagem, colocando todos os detalhes necessários, mas sem parecer grossa e nem evasiva demais ao mesmo tempo? Começaria, é claro, cumprimentando a pessoa:

Boa tarde, fulano, espero que esteja tudo bem com você!

Seguem os detalhes da demanda ou do pedido ou da tarefa que precisa ser feita. A partir dela, a gente vai conseguir TAL BENEFÍCIO (atualizar as informações dos clientes, ou expandir o negócio pra uma nova cidade, etc. etc.).

Presta atenção nessa parte que eu acabei de colocar aqui em cima: quanto mais específico você for no que você quer e em como você quer, melhor vai ser o resultado e menos trocas de email e revisões você vai ter que fazer. 

Depois de fornecer os detalhes necessários, eu concluo especificando bem a data de entrega ou prazo estimado

Você pode, por favor, me enviar tudo até <dia tal>, ou até o <final dessa semana>? 

No final da mensagem, eu também peço para que esse contato me procure caso tenha dúvidas ou quaisquer outras preocupações.

Qualquer dúvida é só me avisar!

E, por fim, eu mando um “Obrigada desde já, e até mais!” pra finalizar, assino embaixo, e é mais ou menos dessa forma que eu conduzo minha comunicação por emails no trabalho.

Regra 3 – Respeite horários úteis de trabalho alheios (e os seus também)

Agora, uma outra coisa que tem bastante a ver com a etiqueta corporativa digital e que por vezes é deixada de lado ou pouco comentada é a importância de se respeitar os horários úteis de trabalho das pessoas.

Entende uma coisa:

Trabalhar conectado não significa trabalhar o tempo todo, e não é porque você trabalha extra até 7 da noite, que o seu coleguinha vai trabalhar também! 🙂 

(notou o sorrisinho no final para dar uma quebrada nessa pequena bronca, né?)

E talvez há algum tempo não existisse muito problema nisso, uma vez ou outra acontece… Mas, depois de 2020, com tanta gente tendo que trabalhar de casa, eu acho que essa regra pesa bastante.

Afinal, além de já ser difícil a gente conciliar tudo e dividir tempo entre casa e trabalho estando em casa, ainda tem o problema de a gente não sabe quando parar de trabalhar. Ou outras pessoas não sabem, né?! E consequentemente acham que a gente vai tá sempre ali pra responder.

Então é melhor que você faça a sua parte, pelo menos, e comece a respeitar esses limites de acordo com a carga horária de onde você trabalha.

Lembra que tem muita gente sofrendo com ansiedade, burnout e outros problemas, então ainda que o que você for pedir ou mandar não seja algo urgente, você pode poupar a pessoa que tá do outro lado de talvez receber alguma notificação e de deixá-la ainda pior!

Se possível, agende seus emails do trabalho para o próximo dia útil

E tem uma forma super simples de evitar situações como essa. Dependendo da plataforma de email que você usa, é possível agendar o envio de mensagens para horários específicos.

O que, convenhamos, é uma mão na roda, pois assim você já deixa tudo escrito, e agenda pra enviar no dia seguinte no horário útil da empresa.

Se o serviço de email que você usa na sua empresa não oferecer essa opção, você pode salvar o rascunho e colocar um lembrete na sua lista de tarefas para enviar depois. 

(e não subestime o lembrete porque pode acontecer de você escrever o email inteiro, nunca enviar, e depois ainda pensar que é a outra pessoa que não te respondeu)

Enfim, sei que esse detalhe passa batido por muita gente, mas sempre se lembre de respeitar os horários e limites alheios e de respeitar a si próprio também!

Não leia e nem responda emails fora do seu horário de trabalho para não dar abertura e liberdade de isso acontecer com muita frequência.

Regra 4 – O email corporativo é a melhor testemunha sobre seu trabalho

E eu precisava falar da importância de ter tudo formalizado e documentado no seu email. 

Pensa bem: muito do seu fluxo de atividades vai ficar armazenado nessa ferramenta, como os prazos que você combinou, pagamentos que você fez para fornecedores, coisas que você entregou, promessas que fez ou que fizeram pra você, etc. 

Isso, legalmente falando, conta demais a seu favor! E além disso facilita e melhora o acesso a informação sobre projetos, em geral.

Então, quando sair de uma reunião em que algo foi combinado, registra tudo num email, copiando todo mundo que é relevante do projeto, colocando os prazos e o que cada um vai fazer.

Se você combinou algo com um fornecedor ou vendedor externo, garanta que haverá uma comunicação por email formalizando esse acordo (além de contratos, etc., é claro!), pois assim será muito mais fácil de cobrar essas pessoas depois.

E aí um dia, quando você for cobrado ou cobrada de alguma coisa ou seu chefe vier te perguntar, todas as informações vão estar ali às claras, pra quem quiser ver. E ninguém vai poder “dar de louco” falando que algo não era o combinado e tudo o mais.

Regra 5 – Sempre revise seu email, o assunto e os contatos antes de enviá-lo

Que atire a primeira TECLA quem nunca enviou um email todo incompleto sem querer porque apertou algum atalho que não deveria, ou quem nunca enviou um email e se esqueceu de anexar o arquivo!

Pois é, é por isso que a última regra de ouro aqui é você sempre revisar os emails que estiver enviando no seu trabalho (e, convenhamos, na vida, né!).

Eu tenho um sistema bem simples que me ajuda a evitar erros ou problemas maiores, que é o seguinte: quando você for escrever o rascunho do seu email, sempre deixe o campo de contatos vazio, para ser preenchido por último.

O fato de não ter contatos associados nessa mensagem vai te forçar a voltar lá pro cabeçalho do email depois que você terminar de digitar tudo para listar com calma os destinatários.

Juntamente com isso, eu já releio tudo o que escrevi e vejo se o campo “Assunto” está realmente de acordo com a mensagem.

Não erre mais o nome das pessoas em emails! (por favor!)

Se você escreve muitos emails no dia, trabalha com muita gente ao mesmo tempo ou simplesmente tem dificuldade de lembrar o nome das pessoas, não deixe de fazer isso sempre que for enviar uma nova mensagem: copie e cole o nome da pessoa para quem você está endereçando o pedido/ assunto.

Assim, você nunca mais vai ter problema com erro de digitação com nome dos outros. E eu sei que não é o maior causador de problemas de comunicação em si, mas isso pode demonstrar pouca atenção ou consideração com outras pessoas.

E, vamos combinar, né? Trata-se de um ponto de atenção tão simples de revisar. Ainda mais num país onde a gente adora dar nomes diferentes pras pessoas! É melhor garantir que a gente não está digitando nada errado.

(sim, isso tá vindo de alguém que tá cansada de ser chamada de ADELINA nos emails do trabalho)

Tão “complexo” quanto os emails profissionais são também as reuniões de trabalho

Pois é: se tem uma outra coisa no ambiente de trabalho que causa bastante atrito e problemas de comunicação são as reuniões.

É por isso que agora eu indico que você dê uma olhada no artigo que eu vou linkar aqui embaixo, pois lá tem dicas essenciais para você conduzir ou ter reuniões mais produtivas no seu trabalho.

Que é pra gente também acabar com esse negócio de reunião ser perda de tempo, não é mesmo?!

  • Leia o artigo completo: SAIBA COMO PLANEJAR E CONDUZIR REUNIÕES MAIS PRODUTIVAS (VALE PARA REUNIÃO ONLINE!) 

E por hoje foi isso, eu espero que a partir de hoje você tenha uma comunicação por email mais eficaz no seu emprego. 

Não esquece de comentar aqui embaixo se você já segue alguma outra regra que ficou faltando aqui, e vamos ajudar mais gente a escrever emails profissionais!

Até o próximo post!

25 de outubro de 2021 0 comentários
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Entrevista de emprego

4 principais motivos que te fazem ser reprovado na entrevista de emprego

por Adeline Daniele 27 de setembro de 2021
escrito por Adeline Daniele

Em quase um ano de Hackeando a Carreira no YouTube, eu vejo muitos de vocês comentando lá no auge da tristeza, da raiva, e da dúvida me falando algo do tipo:

– “Eu já cansei de passar por isso”

– “Já deu”

– “Me esforcei tanto e tanto pra uma entrevista, parecia que eu tinha ido bem e no fim me rejeitaram!”

– “Não consigo entender! Se me chamaram para a entrevista é porque eu tinha perfil pra vaga! O que aconteceu?!”

…E a verdade é que acontece é muita coisa num processo seletivo que a gente precisa levar em consideração. Mas, antes de explorar essa parte, vamos dar um passo pra trás e enxergar isso do ponto de vista do recrutador:

A empresa tem uma demanda. Ela abre uma vaga, e ela sempre vai tentar conhecer as pessoas por trás dos currículos mais interessantes que elas receberem.

Só que o currículo que a empresa recebe é praticamente a única coisa que ela tem de primeira mão para avaliar um candidato. 

E aí agora, lembra que tem muito dinheiro envolvido na contratação de uma pessoa. Então a companhia precisa garantir que vai investir no profissional que mais vai conseguir ajudá-la a alcançar resultados.

E é aí que entra um fato: tem muito mais em uma vaga de emprego do que apenas os requisitos técnicos e escritos, não é mesmo?

Por exemplo: toda empresa precisa avaliar se um novo funcionário estaria alinhado com a cultura, com a forma dela de trabalhar, e com a forma que ela gosta de resolver problemas. 

E pra ela entender isso, a empresa e seus recrutadores vão analisar vários candidatos para conhecer diferentes perfis e pontos de vista. E isso vai acontecer ainda que você tenha um currículo perfeito para a vaga!

É justamente por isso que é normal a empresa descartar o candidato até mesmo nas fases finais do processo seletivo ainda que tudo tenha corrido bem até lá.

Portanto, o novo funcionário ideal é muito mais do que está escrito no currículo e até mesmo do que é conversado durante as entrevistas.

Porém, ser descartado dessa forma não significa que você não tem capacidade, nem que você não se encaixa nesse tipo de cargo. 

É só que para aquela vaga, para aquela empresa e para aquele momento específicos, eles queriam outro perfil. 

Os motivos que te levam a ser rejeitado na entrevista de emprego

Mas, é claro que se você não recebeu feedback e está se perguntando aí desse lado da tela: “O que foi que eu fiz para merecer essa rejeição? Onde foi que eu errei? Será que foi algo que fiz ou que falei?” dá só uma olhada nessa lista que eu preparei.

Aqui eu vou listar os 4 motivos mais comuns pelos quais um candidato pode ser rejeitado após uma entrevista de emprego. 

E essas coisas você pode analisar e tentar melhorar para aumentar suas chances de se dar bem nas próximas oportunidades. Dá só uma olhada:

Motivo 1: falta de certas competências ou experiências

O primeiro grande motivo está ligado com as suas competências. 

Apesar do seu currículo ter chamado a atenção, pode ser que no momento da entrevista o recrutador perceba que as suas experiências ou competências ainda não sejam suficientes para a vaga.

Aí você pode me dizer: “Ah mas se ta no currículo eles já viram isso! Pra quê me chamar para a entrevista, então?!”

Pois é. Isso acontece com frequência e realmente no seu caso o que pode ter acontecido é uma falha no alinhamento da empresa com recrutadores no momento de descrever e anunciar a vaga.

Você já deve ter visto por aí muita descrição de vaga que pede pouca coisa, mas depois exige muito mais, ou também o contrário: anúncio de vaga com milhares de requisitos, sendo que no fim das contas eles só precisavam de um terço deles.

Mas, em geral, ainda que suas experiências estejam bem descritas no currículo, a empresa pode chamar o candidato para realmente entender se o que ele estudou, se o lugar onde ele trabalhou, ou se aquele cargo que ele teve realmente podem agregar na oportunidade que eles têm em aberto.

Motivo 2: falta de informações e de motivação

O segundo motivo pra você ter sido rejeitado ou rejeitada após uma entrevista de emprego está ligado com as informações – ou melhor, a falta de informações relevantes que você trouxe pro recrutador.

E vamos analisar isso sob dois pontos. O primeiro e um dos mais importantes é você responder para si mesmo o seguinte:

1) Será que você se apresentou e descreveu as suas experiências de uma forma que isso esteja alinhado com os tipos de habilidades e experiências que a empresa está procurando?

2) Você demonstrou ter conhecimento no assunto que esse cargo vai focar, de alguma forma? 

Já o segundo ponto diz respeito à sua motivação e o que você demonstra saber sobre essa companhia.

Sim. O recrutador vai perceber caso você não tenha estudado o mínimo sobre ela pra estar ali naquela entrevista. E isso é péssimo pra você.

Então, se o recrutador ligar esses dois pontos que eu descrevi acima e ver que você não ofereceu as informações necessárias, nem mesmo estudou sobre a empresa, o que ele pode concluir? 

Que você não tem perfil suficiente para a vaga, e que além de tudo você não tem motivação nenhuma para trabalhar ali, já que nem se interessou em pesquisar sobre aquele local de trabalho!

E, sinceramente, só se dá mal nessa parte quem quer: já tem vídeo lá no canal mostrando como você pode se ensaiar e se apresentar para um recrutador na entrevista, destacando tudo o que é mais importante para aquele emprego.

Além disso, eu já tem um guia super completo aqui no blog onde eu listo tudo o que você precisa estudar antes de ir pra entrevista de emprego. Clica no link aqui embaixo pra ver!

Como se preparar para uma entrevista de emprego de sucesso

Motivo 3: sua atitude e comportamento

Agora, o terceiro motivo pode ser mais complicado de identificar: é a sua atitude e comportamento.

Pensa por esse lado: você pode se achar uma pessoa super legal, interessante, extrovertida, ou uma pessoa batalhadora, que merece aquele emprego pra crescer na vida!

Só que você e o recrutador nunca se viram na vida. Então, é claro que você vai ter impressões sobre essa pessoa, e ela vai criar as primeiras impressões dela sobre você.

Não é um jogo justo, eu sei, mas é assim que funciona: a gente geralmente tem um espaço de tempo muito curto para demonstrar minimamente quem a gente é na fila do pão.

E pode ser que certas atitudes, seu modo de se expressar, seu jeito de se comportar não agradem esse recrutador e ele escolha não prosseguir com você no processo seletivo.

Esse assunto rende um vídeo e um artigo novo por si só, mas o básico sobre isso você já precisa fazer desde já! Que é: 

  • Seja educado, não interrompa a pessoa que está te entrevistando
  • Escute, preste bastante atenção no que o recrutador está falando e está pedindo
  • Seja direto/ direta ao ponto nas suas respostas
  • Vista-se de acordo com o código de vestimenta / dress code da empresa – algumas são super formais, outras já permitem um look mais neutro, descontraído

E ainda existem outras regras de etiquetas mais óbvias do tipo não mascar chiclete durante a entrevista (sim, eu já presenciei candidato a estágio fazendo isso na mesma dinâmica de grupo que eu já participei e foi…meio nojento).

No entanto, a gente sabe muito bem que nem sempre esse problema está ligado a “má educação”. Se você nota que se comporta de forma muito diferente na entrevista de emprego porque fica muito nervoso ou nervosa, tem um vídeo lá no canal que pode te ajudar a resolver isso!

Assista ao vídeo: como não ficar nervoso na entrevista e demonstrar confiança

Motivo 4: fit cultural

E o quarto e último motivo eu diria que nem sempre está no nosso controle, mas ele é um dos mais importantes, que é o fit cultural. A falta dele no caso, né!

Sabe quando a gente vai fechar algum negócio ou projeto com alguém e o santo tem que bater?! Pois é, pensa no fit cultural mais ou menos dessa forma.

Toda empresa tem valores, missões e uma visão diferente do mundo e de como ela vai entregar o produto ou serviço dela para seus clientes.

Basta a gente se lembrar de que tem milhares de companhias que vendem exatamente a mesma coisa, mas cada uma faz isso de um jeito diferente, com identidades visuais diferentes, clientes diferentes, e é claro: com profissionais de perfis diferentes.

Por exemplo: tem empresas que são extremamente ligadas a causas específicas, como meio ambiente, tecnologia ou alguma outra área. E elas priorizam candidatos que tenham afinidade com esses temas.

E falando no ambiente de trabalho em si, cada candidato precisa se encaixar no que essa empresa nutre e oferece ali dentro também.

Existem culturas corporativas que proporcionam um clima mais pesado, de trabalho sob pressão. E existem culturas que priorizam mais o lado criativo dos funcionários, as que dão mais liberdade e tudo o mais.

Enfim, e na entrevista pode ser que o recrutador não te veja trabalhando ali. Tanto por você não compartilhar dos mesmos valores, quanto por não ter um objetivo em comum com as missões da empresa.

Os melhores recrutadores inclusive podem até mesmo prever que você não duraria muito ali, que não se encaixaria num determinado time dependendo da forma de trabalho que você está acostumado ou acostumada. Logo:

Algumas rejeições após uma entrevista são pelo seu bem

E eu sei que é difícil pensar assim quando a gente está p*to da vida.

A gente dedica tanto tempo estudando e pensando numa vaga, leva um não e pensa que tudo foi em vão. Mas, tem horas que essa rejeição é uma forma do recrutador te falar que você não vai ser feliz naquela empresa. 

É um conselho bem implícito do tipo: “Olha, colega, não vem trabalhar aqui, não…”

Nessas horas a gente precisa confiar que o recrutador vai analisar seu perfil por vários critérios e concluir: “Não vou chamar esse candidato porque ele não tem o perfil, ou ele não vai gostar de trabalhar dessa forma e vai se demitir em pouco tempo.”

…E além disso, depois quem vai sofrer e trabalhar em dobro para encontrar de novo um candidato para a mesma vaga é o próprio recrutador! Então, ele deve pensar não só em recrutar, mas em reter aquele talento no longo prazo.

Viu só como nem sempre uma rejeição depois da entrevista significa “não ser bom o suficiente” ou não ter nada a ver com uma vaga?!

E ainda que algumas vezes signifique, de certa forma, lembra que existem outras oportunidades, em outras empresas, que precisam exatamente das capacidades, das experiências e do perfil cultural que você tem agora. 

São elas que, inclusive, podem te preparar profissionalmente para que você possa se candidatar novamente no futuro e passar naquela entrevista e naquela empresa que você tanto queria. 

Às vezes é uma questão de tempo…Porque, no fim, pode ser que você não só não seja bom o suficiente…Ainda!

E aí, por qual desses motivos você acha que não passou na sua última entrevista de emprego? 

Eu espero que os motivos descritos aqui te ajudem a identificar um ou mais motivos para a última rejeição que você sofreu depois de uma entrevista. E analisar e melhorar esses pontos com certeza vai te ajudar nas próximas oportunidades.

Por hoje é só, e não esquece de compartilhar o link desse post (ou do vídeo no YouTube) com todo mundo que você conhece, combinado?

Até a próxima!

27 de setembro de 2021 1 comentário
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Conseguir emprego

Como conseguir emprego sem experiência? Confira estas 5 dicas!

por Adeline Daniele 19 de agosto de 2021
escrito por Adeline Daniele

Todo profissional que já passou pelo primeiro emprego sabe o quanto essa fase é difícil e confusa. Afinal, encontrar vagas de emprego sem experiência, ou sem faculdade, sem rede de networking ou sem qualquer referência não é nada fácil…

Como posso me destacar no mercado sem ter experiência prévia? Como posso me apresentar se não tenho nada para falar sobre trabalhos anteriores? E se eu não me formei…Como consigo emprego sem faculdade?

Foi para te ajudar a resolver questões como essas acima que hoje eu trouxe 5 estratégias para você conseguir emprego sem experiência.

Então, se prepara aí desse lado da tela, e arregaça as mangas – porque as dicas são boas, mas você precisa botar a mão na massa, né?! 😉

1. Estude o currículo de outros profissionais e defina em qual tipo de cargo/ área você vai focar

Baseada nas lições que aprendi há muitos anos, hoje em dia a primeira coisa que eu faria antes mesmo de me candidatar para vagas é tentar descobrir o que eu quero fazer e em quais cargos e atividades eu vou focar.

E juntamente com isso também preciso identificar com quais tipos de empresas e culturas eu mais me identifico.

Eu sei, a vontade mesmo é de disparar o máximo de currículos possível já que você não tem experiência e precisa tentar de tudo! Porém, acredite: ter clareza sobre o que você quer nessas horas faz toda a diferença!

Você provavelmente já tem uma noção sobre o que você quer, mas uma coisa que eu faria é pesquisar bastante o currículo (ou perfil no LinkedIn), das pessoas que têm trajetórias de carreira que você quer traçar pra você.

Atenção: eu falo isso não pra você ficar se comparando ou criar expectativas de que a sua trajetória vai ser igual a dessas pessoas

Porém, é muito bom você pesquisar como é a realidade desses profissionais. Isso vai te deixar mais familiar com os termos usados no mercado, com como é o movimento dessas pessoas entre cargos e tipos de empresas, como elas evoluíram.

Além disso, dependendo do que elas escrevem no perfil e nas experiências delas, você vai ter uma noção de como é uma determinada profissão, o que é importante aprender ou com que projetos é legal você se envolver pra se dar bem nessa carreira!

2. Monte sua narrativa profissional

Depois, você vai alinhar tudo o que você descobriu e aprendeu e montar a sua narrativa profissional.

E você deve fazer isso se baseando em quem você é e nos diferenciais que você oferece nesse momento. 

Tenta responder a seguinte pergunta: Por que uma empresa X deveria te contratar?

Para chegar nessa resposta, analise quais são seus diferenciais. Afinal, o que te colocaria na frente de outro candidato para um determinado cargo na empresa que você vai se candidatar?

Eu sei, você pode me dizer:

– Ain, mas como eu vou me destacar sem ter formação e nem experiência para mostrar?

Entende uma coisa: nem toda vantagem competitiva de um profissional está ligada a cursos ou experiências de trabalho formais.

Inclusive eu já até trouxe um exemplo bem claro em uma frase do Jeff Weiner, ex-CEO do LinkedIn, que fala da importância de valorizar habilidades em vez de diplomas.

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Então, tem bastante coisa pra ser explorada. Pensa aí: que habilidades, competências diferenciais você já tem? Pode ser que você tenha uma facilidade enorme em mexer com redes sociais e tecnologia, por exemplo, e a empresa pode se beneficiar disso ao te contratar.

Ou você é uma pessoa extrovertida e comunicativa, e que poderia se dar muito bem lidando com clientes. 

Você pode ser muito bom na organização. E, olha, tem muito profissional formado com mil anos de experiência que não é organizado e causa uma verdadeira bagunça, então isso é um BAITA diferencial, acredite!

O simples fato de você saber idiomas diferentes, ou até mesmo de entender muito sobre um assunto que gosta muito: jogos, esportes, música, moda, culinária, cinema, seja lá o que for…

Tudo isso, dependendo da área que você vai aplicar, podem ser pontos fortes que você nem tinha percebido que tinha!

Vou te dar um exemplo meu:

No meu caso, quando eu fui procurar o meu primeiro estágio – ou seja, não era nem primeiro emprego, eu foquei bastante no fato de eu saber sobre tecnologia e web. 

Eu gostava muito de criar blogs, e por isso eu aprendi a programar na adolescência. Esse tipo de conhecimento, a facilidade que eu tinha de pelo menos entender como essas coisas funcionavam ainda que eu não tivesse a experiência, virou o meu diferencial porque na época em que eu estudava tinha pouca gente com experiência mais técnica em internet.

E tanto foi assim que um dos estágios que eu fiz e praticamente toda a minha trajetória foram focados nesse diferencial.

Então, se você está cursando alguma coisa, observa as pessoas próximas de você que tenham a mesma idade, mesmo curso, ou algo do tipo: O que que você sabe fazer bem que elas não sabem? 

Faz uma comparação saudável (é claro!) para enxergar o que você tem de melhor, ou em que momentos em um projeto ou até trabalho em grupo você mais se destacou.

Às vezes sua colega ali é craque em matemática e resolveu uma parte de um trabalho, mas ela teve dificuldade com alguma outra área e pediu a sua ajuda para resolver.

Enfim, tente se lembrar de casos assim e se autoanalisar e uma hora você pode ter o clique: puxa, eu sou bom nisso mesmo!

3. Tenha MUITA proatividade

Uma terceira estratégia bem simples para conseguir emprego sem experiência é ser proativo e botar a mão na massa para criar suas próprias oportunidades.

Ora, se Maomé não vai até a montanha…Você cria a sua própria montanha! (Ah, você entendeu!)

Pensa da seguinte forma: como você quer que os recrutadores notem você, se você não está fazendo a sua parte em demonstrar quem você é pra eles?

As empresas vivem soterradas por currículos de diversas pessoas diferentes e não vão saber que você existe a não ser que você demonstre isso.

Então, bora colocar a proatividade em prática, arregaçar as mangas e chamar a atenção desses empregadores!

E para fazer isso, tem um método ma-ra-vi-lho-so que garantiu o meu primeiro emprego depois que eu saí da faculdade, e eu já até falei sobre ele por aqui, que é: enviar o seu currículo por email proativamente pras empresas.

Essa pode ser uma das suas primeiras estratégias para conseguir emprego e é uma ótima oportunidade para você se apresentar, contar quem você é, de onde veio, e onde você quer chegar.

E ainda que no momento as empresas que você contactou não tenham vaga ou não queiram te contratar, elas podem sim lembrar de você num futuro próximo e te chamar pra entrevistas! (sim, isso já aconteceu comigo)

E eu já te escuto aí desse lado da tela:

– Ahh mas não sei nem o que escrever, porque nunca fiz nada, não tenho experiência!

Como não tem o que escrever? Conte para as empresas exatamente a realidade que você vive no momento!

Isso, inclusive, me leva a te contar a quarta estratégia:

4. Seja honesto sobre sua realidade e não tenha vergonha de não ter experiência ainda!

Repete comigo: não ter experiência não faz de mim um profissional menos interessante e não é motivo de vergonha.

Além disso, você prefere mesmo só ficar falando: 

– Ah eu não experiência então também não vou correr atrás de mais nada, vou só reclamar aqui no meu canto!

Sendo que no lugar disso você pode encarar essa realidade, usar tudo o que eu falei até aqui, descobrir seus pontos fortes e assumir que, sim: você está em busca do seu primeiro emprego, você não tem experiência ainda.

Maaaaaaaas, isso não significa que você não está motivado ou motivada pra aprender, que você não está correndo atrás dos seus sonhos e nem que não irá melhorar e se aprimorar mais no futuro.

Olha só quanta coisa você teria para falar. E, lembre-se: não tem nada que impressiona mais as empresas que contratam jovens profissionais do que alguém determinado atrás dos sonhos e com BASTANTE ENERGIA pra aprender.

Aproveita essa energia da juventude, aliás!

5. Utilize métodos alternativos para ganhar experiências que podem contar no seu currículo!

E além de não ter vergonha da sua situação e de ter proatividade para entrar em contato com empresas, você também tem que perder o medo de utilizar métodos alternativos para aprimorar suas experiências.

Sim, os recrutadores podem até entender quando você fala que esse é seu primeiro emprego, seja porque você terminou o ensino médio, porque é jovem, ou porque ainda não teve a oportunidade de ganhar alguma experiência no passado.

Mas, convenhamos, você tem que fazer a sua parte e ao menos tentar vivenciar essas experiências ainda que elas não sejam tão tradicionais assim!

Existem feiras de estágio e para jovens aprendizes, eventos, conferências e até workshops destinados para esse nível profissional. Alguns deles podem até oferecer certificados, inclusive.

Ainda mais agora, com a pandemia, muitos desses eventos são promovidos online – ou seja, é só você ligar o seu computador ou até o celular pra participar e dar os primeiros passos na sua rede de networking e aprender mais sobre como o mercado de trabalho funciona.

Caso você queira se profissionalizar em alguma ferramenta ou tópico específico, tem também plataformas de cursos online que ensinam de tudo, desde a programar até marketing, design e gerenciamento de projetos.

Além disso, se você é estudante do ensino médio, pode ser que a sua escola tenha grêmios, promova concursos, competições ou precise de voluntários para ajudar em alguma iniciativa. 

A própria prefeitura de sua cidade pode estar precisando disso!

O que me leva a te contar uma outra ótima opção: tem o trabalho voluntário também! Existem instituições de várias áreas que precisam de gente com qualquer tipo de conhecimento para ajudar.

Então, se o que você tem no momento é tempo, não descarte essas opções porque elas são muito valorizadas em jovens profissionais!

E, por fim, seja flexível e paciente

Por último, uma lição importante é você ser flexível a mudanças e aceitar que as coisas levam tempo para dar certo.

No começo da minha vida profissional, eu era extremamente ansiosa e me cobrava demais para que tudo acontecesse rápido.

Quando eu tinha uns 19/ 20 anos, tudo o que eu estou vivendo na minha carreira AGORA, quase uma década depois, eu pensava que ia estar vivendo com uns 25 anos.

Pff…E com 25 anos eu estava mais frustrada e perdida na vida do que nunca…

E hoje em dia eu entendo essa ansiedade toda. A gente costuma ter muita expectativa no começo, e essa expectativa e pressa vão diminuindo conforme a gente amadurece na vida profissional.

Fora que nem pessoas mais velhas conseguem sucesso rápido, então pra que tentar acelerar as coisas quando o que a gente precisa é realmente passar por esse processo da forma mais profunda e significativa possível?!

Levar vários NÃOs, cometer erros, mudar de ideia, estudar e se frustrar fazem parte desse processo também, então viva esse tempo e aprenda com ele.

Apenas tenha em mente uma coisa: ficar parado e reclamar não vai te fazer ganhar pontos com recrutadores.

Se você não tem experiência, mas está pesquisando, tentando aprender coisas novas, se aprimorando, você com certeza vai dar um passo adiante na sua carreira.

Agora, se você tá nessa situação, mas não estuda, não demonstra interesse, não tenta entender quais demandas as empresas têm para tentar se encaixar nelas…Aí fica difícil. 

Lembre-se da frase: “Não adianta querer resultados diferentes fazendo sempre a mesma coisa.”

E só aqui eu sugeri uma infinidade de opções diferentes pra você explorar e que não custam nada mais do que o seu próprio tempo. Fora outras dicas do blog e do canal. Então, mãos à obra!

Agora, me conta aqui nos comentários: você está buscando seu primeiro emprego? Qual dessas estratégias você já usou ou vai tentar daqui pra frente para arrumar um trabalho sem ter experiência?

E se você tá perdido ou perdida ainda no seu processo, dá uma olhada também nestes outros dois artigos que podem te ajudar:

  • Como fazer um currículo: o formato ideal e informações que você deve adicionar
  • Veja como se preparar para uma entrevista de emprego de sucesso

E olha: dica boa a gente não deixa passar batido…Não esquece de compartilhar esse post e o vídeo com seus amigos e amigas também!

Até a próxima! 

19 de agosto de 2021 0 comentários
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Entrevista de emprego

Confira esta checklist para ter sucesso na sua entrevista de emprego online!

por Adeline Daniele 15 de julho de 2021
escrito por Adeline Daniele

As entrevistas de emprego online não são novidade. Porém desde 2020 muitas empresas e candidatos tiveram que se adaptar ainda mais ao modelo de processo seletivo a distância. E quem não está acostumado com isso ainda pode sofrer com muito nervosismo por não saber como se preparar e se comportar na videochamada.

Eu mal consigo me lembrar da última vez em que participei de uma entrevista de emprego presencial. E depois de tantos anos apenas fazendo entrevistas online, eu fui aprendendo uma série de truques que me ajudam a garantir que terei uma videochamada de qualidade com os recrutadores.

Por isso, preparei essa checklist super simples com os elementos mais importantes que você deve prestar atenção quando estiver se preparando para a sua entrevista por vídeo. Continua lendo pra saber todas elas!

Primeira coisa que vem muito antes da entrevista online: a preparação

A preparação para a entrevista de emprego online é a mesma da entrevista presencial na parte de conteúdo, então:

  • É interessante treinar a sua apresentação pessoal para quando o recrutador te pedir para falar sobre você no início da conversa, e também se preparar para responder algumas das perguntas mais comuns feitas para a sua profissão.
  • Outra etapa que não pode faltar na sua preparação é a pesquisa sobre a empresa. No site das companhias você conseguirá obter o mínimo de informação sobre elas, como a Missão, Visão e os Valores, maiores clientes e parceiros e produto mais popular.
  • Separe também algumas informações sobre você e sua trajetória profissional para destacar ao longo da entrevista, como: projetos dos quais você mais se orgulha, ideias ou sugestões para levar para essa nova empresa, o motivo pelo qual você está querendo trocar de emprego, etc.

No link abaixo você ainda pode conferir um guia bem completo para você se preparar para uma entrevista de emprego de sucesso em 4 passos:

  • Veja como se preparar para uma entrevista de emprego de sucesso

Ferramentas

Para quem ainda vai fazer entrevista por videochamada pela primeira vez, é importante saber qual ferramenta será utilizada. Algumas das mais populares são:

  • Zoom
  • Skype
  • Teams
  • Google Meet (funciona pelo navegador não precisa de instalação)

Algumas dessas ferramentas permitem que você faça a chamada pelo próprio navegador, mas verifique qual delas será utilizada. Essa informação pode ser passada no momento em que o recrutador envia o convite no seu calendário por email.

Imagem

  • Luz é TUDO: Posicione a mesa do computador em um local com bastante luz natural, preferencialmente perto de uma janela e tome cuidado para não ficar “contra” a luz
  • Neutralize o fundo: Procure um ambiente na casa com um fundo mais neutro. Você pode virar a mesa de forma que a câmera pegue a parede de fundo em vez da sala ou da sua cozinha. Dessa forma a atenção do recrutador vai ficar toda em você.
  • Posicionamento da câmera: Centralize a webcam em você e deixe ela a uma certa distância para que o recrutador possa ver o topo da sua cabeça (com folga) e os seus ombros. 
  • Hackeie seu equipamento: Se você for usar um notebook menor ou celular, coloque alguns livros, uma caixa ou qualquer objeto estável de apoio para que o enquadramento fique adequado – o ideal é que você não precise se abaixar ou olhar para cima para falar com o recrutador.

Som

  • Qualidade do som: Se for possível, utilize um fone de ouvido com microfone para fazer a videochamada. Dessa forma você vai escutar o recrutador muito mais nitidamente e a sua voz também ficará mais isolada, evitando muitos barulhos de fundo.
  • Se possível, feche janelas e a porta no ambiente em que for ficar para evitar ecos ou sons vindos da rua.

Resolvendo pequenos problemas técnicos antes da entrevista online

Melhorando a conexão: confira algumas coisas que podem deixar sua internet mais lenta

A conexão com a internet é uma das coisas que mais podem atrapalhar na sua entrevista. Ninguém consegue ter uma boa entrevista sem escutar o recrutador direito ou tendo a chamada cortada toda hora por conta de uma conexão que fica oscilando.

Porém, embora não tenha muito a fazer se a velocidade contratada no seu plano for mais lenta, existe uma forma de pelo menos evitar que esses problemas aconteçam.

Alguns minutos antes da videochamada você pode:

1. Deixar apenas a aba ou o programa de videochamada aberto

2. Fechar qualquer aplicativo de download

3. Fechar outros aplicativos que trabalham em segundo plano, como programas de armazenamento na nuvem (às vezes o Dropbox fica baixando ou enviando dados, e isso pode atrapalhar a velocidade da sua conexão)

4. Desconectar outros aparelhos que estejam na mesma rede (celular, outros computadores, videogame, assistente virtual, etc.)

E pelo menos um dia antes você também pode testar as seguintes soluções:

  • Reinicie o seu modem desligando e religando o aparelho (e garanta que todos os cabos estejam apropriadamente conectados) – ok, apesar disso nem sempre adiantar, pode ser que ajude!
  • Se você estiver enfrentando outros problemas, é interessante entrar em contato com sua operadora para pedir ajuda ou verificar o manual do seu modem para ver como resetá-lo – não faça isso sem ajuda ou sem saber como fazer, e principalmente: não faça isso minutos antes da entrevista!

O recrutador não consegue me escutar, e agora? 

Todas as ferramentas de videochamada permitem que você coloque o seu áudio e o de outras pessoas no mudo. Verifique se você não desativou seu microfone por acidente, pois quando isso acontece um risco aparece sobre o ícone do microfone ou ele fica vermelho, como na imagem abaixo (ícone do áudio é o da esquerda):

Se você estiver fazendo a entrevista online usando seu navegador, ele geralmente te enviará uma notificação em pop-up para você dar a ele permissão para acessar sua webcam e microfone.

E pode ser que você clique em “Não Autorizar” por acidente. Se isso acontecer, clique no cadeado ao lado da barra de endereços no seu navegador e verifique novamente as permissões. 

Se a câmera, microfone e som não estiverem aparecendo como “Permitir” ou “Automático”, selecione a configuração correta para cada um deles!

Minha webcam não está funcionando

Assim como o microfone, você pode desativar a sua câmera em uma videochamada. Ou as vezes a ferramenta já vem com essa opção desativada pré-configurada para você só ativar quando estiver pronto para falar.

Dica preciosa: sempre ative a câmera antes de confirmar sua entrada na videochamada para checar se tudo está OK. Evite ficar corrigindo sua posição, o cabelo ou qualquer coisa no seu cenário após você e o recrutador estarem na chamada.

Desativando outros sons que podem atrapalhar na sua videochamada e evitando interrupções

  • Antes da entrevista online, certifique-se de que todas as abas e janelas desnecessárias estejam fechadas. 
  • Você também pode silenciar algumas abas do seu navegador para não receber notificações sonoras de apps como WhatsApp Web e Telegram.
  • Coloque seu celular e outros aparelhos no silencioso para não sofrer com nenhuma interrupção sonora durante sua entrevista online.
  • Avise as pessoas que moram com você para que elas tentem não te chamar e nem fazer barulho durante sua videochamada.

Se você não conseguir resolver seu problema, entre em contato com a empresa ou os recrutadores!

Muita gente as vezes fica tentando resolver algum problema ou deixa para checar o link da videochamada de última hora e depois gera uma bola de neve de atrasos e frustrações e afetando sua participação em outras etapas do processo seletivo.

Para evitar que isso aconteça, se você estiver com algum grande problema – de conexão, com a ferramenta, etc. – não hesite em entrar em contato com o RH o quanto para tentar resolver ou remarcar o compromisso.

Afinal, é do interesse de ambas as partes fazer com que a entrevista online aconteça no horário previsto e da forma mais adequada possível.

Confira mais dicas para arrasar na sua entrevista de emprego online!

Caso você ainda não tenha visto, eu também preparei um vídeo lá no canal com outras dicas super importantes pra você tirar o melhor da sua entrevistas online! Dá o play nele aqui embaixo:

Sofre com nervosismo na entrevista de emprego? Então vem ver essas dicas

Se você tem problemas para controlar o nervosismo e passar confiança nas entrevistas de emprego, eu também já fiz um outro vídeo com dicas para você manter a calma e tirar o melhor das conversas com o recrutador – sejam elas presenciais ou online. Confira no link abaixo:

  • Como não ficar nervoso na entrevista de emprego

E aí, você já aplicava algum desses truques? Ainda tem medo das entrevistas de emprego online? Comenta aqui embaixo qual foi seu maior desafio com esse tipo de entrevista até hoje.

Até a próxima!

15 de julho de 2021 0 comentários
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Eu mergulhei no mundo de conteúdos sobre carreira e trabalho em 2013, quando ainda era repórter, e ali me dei conta do quanto a gente sai da escola e da faculdade sem ter ideia de como lidar com o mercado de trabalho.

 

 

Eu mesma tantas vezes me vi em situações “cabeludas”, recebendo menos do que poderia pelo meu trabalho e passando dificuldades para entender o que diabos os recrutadores esperavam de mim no processo seletivo.

 

 

Foram muitos anos de experiência, erros e acertos na minha própria carreira e uma mudança de país que mudaram tudo o que eu penso sobre trabalho. E pra evitar que mais pessoas tenham essas dificuldades, hoje tenho a meta de compartilhar cada aprendizado sobre vida profissional com o máximo de pessoas possível no Brasil e fora dele!

 

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